quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Cetaphil® lança linha de fotoproteção que protege contra o sol e todo o tipo de luz

No dia 15 de agosto, participei do lançamento da nova linha de proteção solar Cetaphil® Sun. que aconteceu na Casa Marakuthai, em São Paulo. Fabricada pela Galderma, a marca é muito conhecida no segmento de hidratação de pele e respeitada pelos dermatologistas, por isso, a empresa decidiu ampliar o portfólio de produtos com fotoprotetores, essenciais para os cuidados com a pele, retardar o envelhecimento e proteger de doenças mais graves.



Contamos com uma superpalestra realizada pelo Dr. Sergio Schalka, diretor clínico da Medcin Pesquisa Clínica, um dos maiores especialistas em proteção solar do Brasil, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e integrante da equipe responsável pelo desenvolvimento de Cetaphil® Sun (pode acreditar, que o Dr. Schalka sabe o que fala).


Dr. Sérgio Schalka - dermatologista

Estudos clínicos recentes* demonstram que mais de 70% da irradiação de raios prejudiciais à pele, que causam manchas ou envelhecimento precoce, vem da exposição à luz solar no dia a dia, por mais fraca que essa pareça, e não somente dos raios UVs nos períodos de alta exposição na praia ou no parque, duas ocasiões nas quais o protetor solar costuma ser lembrado. Grande parte da luz que é absorvida pela pele se dá no decorrer de atividades corriqueiras e de rotina como uma ida ao mercado ou no trabalho. Por isso, os dermatologistas defendem o conceito de fotoproteção urbana, para ressaltar que protetor solar não é para ser usado apenas no verão ou quando vai à praia ou piscina. 



Esses estudos* também comprovam que lesões na pele podem ser causadas não somente pela exposição ao sol (raios UVA/UVB), mas também pela luz de fontes artificiais que emitem radiação infravermelha, como chapinhas, secadores de cabelos e outros emissores de calor, bem como pela luz visível, emitida além do sol, por aparelhos como computadores, celulares, tablets e lâmpadas. Ou seja, falar por muito tempo ao celular, estar em uma sala com luz de lâmpadas - tudo que fazemos no cotidiano. Segundo pesquisa publicada pela J. Walter Thompson Intelligence em 2017, a preocupação com a luz emitida por telas artificiais foi considerada uma das 100 maiores tendências pelos consumidores.

Por isso, especialistas alertam para a necessidade de uma fotoproteção diária mais ampla. "Geralmente associamos o envelhecimento da pele ou o aumento de pigmentação à exposição direta aos raios solares como ir à praia ou fazer exercícios ao ar livre. Porém, nos esquecemos de todos os outros momentos e formas de radiações ao longo do dia, que são muitas, mesmo quando não estamos diretamente expostos ao Sol. Por isso, é muito importante proteger a pele de forma completa”, afirma Dr. Sergio Schalka.



“Esses são vilões silenciosos e muitas vezes esquecidos ou desconhecidos, o que faz com que as pessoas não façam ideia dos danos que podem causar à pele. Claro, o sol é o principal emissor de radiação e energia na Terra, mas não é o único. Por isso, precisamos proteger a pele mesmo nas horas que estamos em casa, na escola ou no escritório, pois ficamos expostos a fontes artificiais de radiação por meio do uso contínuo de aparelhos que produzem infravermelho ou luz visível que são muito comuns no dia a dia das pessoas”, completa o dermatologista.



Para atender esta necessidade de fotoproteção completa, a nova linha é formada pelo novo Cetaphil® Sun FPS 70 Ultra Matte & Oil Control, protetor solar facial para uso diário nas versões com e sem cor, desenvolvido com as tecnologias Solar Care Intelligence, combinação dos mais modernos filtros solares com ingredientes de ação antioxidante contra os efeitos da radiação solar, garantindo ultra proteção 360º (UVA, UVB, luz visível e infravermelho), e Face Technology, combinação de 5 ativos elaborados com partículas e minerais de altíssima capacidade absorvedora, que agem como uma esponja, controlando e reduzindo a oleosidade e o brilho da pele por 12 horas. São eles: · Cetaphil® Sun Ultra Matte & Oil Control FPS 70 - Gel creme  sem cor (Preço sugerido: R$ 74,90, bisnaga de 50 ml)) e o Cetaphil® Sun Ultra Matte & Oil Control FPS 70 - Gel creme com cor (Preço sugerido: R$ 79,90 - bisnaga de 50 ml).

Ambas as tecnologias foram cuidadosamente desenvolvidas por dermatologistas e formuladores brasileiros especializados em proteção solar para garantir alta proteção para a pele, aliada a um controle contínuo de brilho e oleosidade, ideal para mulheres modernas que necessitam de cuidados sem complicação para a correria do dia a dia, independentemente de onde estiverem, na praia ou na cidade. O farmacêutico-bioquímico, Alberto Keidi Kurebayashi, detalho para nós as informações sobre os ingredientes funcionais que incluem matérias-primas que absorvem a oleosidade de forma inteligente, protegem contra a luz visível, tem ação antioxidante, conferem efeito 3D e outros que podem ver na imagem abaixo: 



A linha é composta ainda por dois produtos para uso corporal: · Cetaphil® Sun Spray Lipossomal FPS 30 - todos os tipos de pele (Preço sugerido: R$ 49,90 - embalagem de 150ml); e Cetaphil® Sun Loção Lipossomal FPS 50 L - pele sensível (Preço sugerido: R$ 91,90 - embalagem de 150ml).

Lembre-se: Para garantir a proteção solar adequada, é preciso reaplicar o produto a cada 2 horas e sempre após sudorese intensa, nadar ou banhar-se, secar-se com toalha e durante a exposição ao sol.  

Os produtos Cetaphil Sun serão comercializados nas principais farmácias de todo o Brasil.



Euzinha à direita, com amigos no evento
Fotoproteção completa

domingo, 13 de agosto de 2017

Por que os dentes ficam sensíveis e como tratar?

É cada vez mais comum encontrar pessoas que se queixam de dor ao ingerir alimentos frios, doces e ao escovarem os dentes. Trata-se de uma dor de curta duração, aguda e súbita. Esse quadro caracteriza o que os cirurgiões-dentistas chamam de “hipersensibilidade dentinária” – que atinge 35% dos brasileiros, principalmente na faixa etária dos 30 anos. De acordo com Rayssa Zanatta, professora da Faculdade de Odontologia da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas), essa sensibilidade nos dentes é um sinal inicial resultante da concentração de esforços mastigatórios desarmônicos na região cervical dos dentes, próxima à gengiva. Esses esforços provocam o desgaste do esmalte e da dentina, além do aparecimento de lesões ou cavidades.


“Os dentes são formados por uma estrutura dura conhecida como esmalte, que reveste e protege toda a coroa. Por baixo do esmalte existe outro tecido, também duro, chamado dentina, que reveste e protege a polpa dental – que confere ‘vida’ ao dente. A dentina é uma estrutura formada por milhares de micro túbulos, que estão em íntimo contato com a polpa. Quando ocorre desgaste do esmalte, a superfície externa desses túbulos é exposta, e a movimentação de líquidos no seu interior provoca estímulos que resultam em dor. Sendo assim, a sensibilidade dental é uma dor provocada pela movimentação de líquidos no interior de túbulos expostos”, diz a cirurgiã-dentista.

Rayssa explica que a dor proveniente da sensibilidade dentinária está relacionada a lesões que são diferentes da cárie, justamente por não serem de origem bacteriana. “Durante a mastigação, forças e tensões são geradas sobre os dentes e distribuídas ao longo do seu eixo até a raiz dental – onde são dissipadas. Quando não há uma mordida adequada, as forças se concentram na região cervical dos dentes, junto à gengiva. Esse excesso de tensões acaba por provocar trincas e fraturas no esmalte (que é mais fino nessa região) até que ele se perde por completo e expõe os túbulos dentinários. Por isso, é importante checar a existência de um desarranjo oclusal sempre que o paciente se queixa de hipersensibilidade dentinária”.

A professora também ressalta que alguns hábitos e condições podem acelerar o aparecimento ou aumentar a gravidade da hipersensibilidade. “O bruxismo, por exemplo, é causado pelo apertamento e ranger dos dentes durante o sono e aumenta a concentração de tensões nos dentes, além de acelerar o seu desgaste por fricção (contato entre dentes antagonistas). Também a erosão dental e a abrasão podem contribuir para esse quadro. Enquanto a erosão dental é caracterizada pelo desgaste provocado por ácidos oriundos da dieta (alimentos e bebidas ácidas, como refrigerantes, isotônicos, vinagre, vinho, frutas cítricas, condimentos etc.) ou do estômago (portadores de refluxo), a abrasão é o desgaste promovido por substâncias presentes em determinados cremes dentais, assim como os tratamentos de clareamento. Assim, a hipersensibilidade dentinária costuma ter origem multifatorial, associando fator oclusal, hábitos nutricionais e estilo de vida”.




O tratamento da hipersensibilidade dentinária, segundo Rayssa Zanatta, envolve o uso de cremes dentais especificamente desenvolvidos para dentes sensíveis, além do recobrimento das lesões com materiais restauradores. “Em casos específicos, o tratamento é cirúrgico, envolvendo o recobrimento das lesões com tecido gengival. Como a hipersensibilidade é apenas um sinal, vale a pena investigar e tratar, também, casos de bruxismo e problemas de oclusão. Só assim o paciente estará livre desse tipo de dor que tanto incomoda”.

Fontes:
http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1677-38882010000300004&script=sci_arttext&tlng=pt

Prof. Dra. Rayssa Zanatta, doutora em Odontologia Restauradora com ênfase em Dentística e professora da Faculdade de Odontologia da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas) – www.faoa.edu.br

Saúde: Anemia não é normal em nenhuma faixa etária

A anemia, doença que reduz a quantidade de glóbulos vermelhos no organismo, responsáveis pelo oxigênio dos órgãos, tem várias causas, mas a mais frequente é a deficiência de ferro e não é normal em nenhuma faixa etária. Pode acometer qualquer pessoa, mas sobretudo grupos vulneráveis, como crianças menores de três anos de idade, mulheres e gestantes. A Associação Brasileira e Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), por meio do Comitê de Glóbulos Vermelhos e do Ferro, explica que o ferro está presente no interior dos glóbulos vermelhos e é parte integrante de uma proteína chamada hemoglobina.

Mulheres em idade fértil

A deficiência de ferro (DFe) continua sendo, há décadas, a alteração hematológica mais frequente, acometendo 20% a 30% da população mundial (cerca de 2 bilhões de pessoas), sobretudo crianças, mulheres em idade fértil e gestantes. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), das dez principais causas de agravo à saúde da população geral, a DFe corresponde a 6ª causa nos países em desenvolvimento e a 10ª causa nos países desenvolvidos.

Em revisão recente, que incluiu estudos clínicos das últimas três décadas em crianças, mulheres em idade fértil e gestantes, demonstraram elevado índice de DFe e anemia em praticamente todas as regiões do Brasil. Esses dados comprovam, de maneira inequívoca, que a DFe continua sendo um grave problema de saúde pública.

“Quando falta ferro no sangue, falta oxigênio e isso traz consequências negativas para a nossa saúde. A pessoa com deficiência de ferro pode sentir cansaço fácil e constante, sem motivo aparente, além de dor de cabeça, tontura, irritabilidade, falta de atenção. As crianças podem ter dificuldade de aprendizagem, infecções com mais frequência, atraso de crescimento. Já os adultos, toleram menos os exercícios, têm menor rendimento no trabalho, podem ter palpitação, falta de ar, desânimo, às vezes simulando até um quadro de depressão, além de queda de cabelos, unhas mais fracas e quebradiças”, ressalta Rodolfo Cançado, hematologista e membro do Comitê de Glóbulos Vermelhos e do Ferro da ABHH.

Desânimo
A pessoa com deficiência de ferro pode ter apetite por coisas ou substâncias não alimentares como: terra, gelo, macarrão cru, limão, giz, etc. Estima-se que a deficiência de ferro está presente em um terço da população mundial. Isso quer dizer que cerca de dois bilhões de pessoas têm deficiência de ferro.

A deficiência de ferro, sobretudo a anemia ferropriva, piora a qualidade de vida e a sobrevida das pessoas que dela são acometidas. A dieta pobre em ferro, falta da absorção de ferro, que se dá fundamentalmente no duodeno, e perda de sangue como as mulheres que tem menstruação excessiva, ou tumores do tubo digestivo que podem apresentar sangramento.

Anemia e outras doenças

Cançado reforça que a investigação da anemia é tão importante quanto o tratamento da mesma. “Muitas vezes, o primeiro sinal de um tumor de estômago ou de intestino (colon) é a anemia. Portanto, se não investigarmos a pessoa com anemia, podem estar perdendo a chance de fazer o diagnóstico de um tumor numa fase ainda potencialmente curável”, informa o hematologista.

Para o diagnóstico da deficiência de ferro e da anemia ferropriva é preciso: hemograma que nos fornece a quantidade de hemácias e da hemoglobina, e as características morfológicas dos glóbulos vermelhos; e a dosagem da ferritina. Tanto o hemograma quanto a ferritina, são exames disponíveis no Sistema Único de Saúde, exame de sangue simples e barato.

“Há mais de 30 anos que dizemos que a Deficiência de Ferro é um problema de saúde pública no Brasil e não saímos do lugar. Estamos falando de 2 bilhões de pessoas com DF e pelo 1/3 com AF. Talvez justamente porque conversamos muito sobre a dieta e muito pouco sobre soluções efetivas de combate a essa situação. O governo brasileiro fornece o medicamento de graça, e mesmo em situações não-SUS, o custo do tratamento é relativamente baixo e efetivo”, relata.

Tratamento e cuidados

O tratamento com medicamentos contendo ferro (sais ferrosos ou férricos) demora pelo menos 90 dias, podendo se estender até seis meses. Isso é o que explica as pessoas que melhoram dos sintomas, param de tomar o remédio após 20 ou 30 dias, e a anemia volta logo depois. Para corrigir a anemia são necessárias 4 a 6 semanas e para corrigir os estoques mais dois ou três meses.

Dicas simples podem mudar a rotina e sintomas de uma pessoa que necessita de absorção de ferro como: dar preferência para as carnes em geral (sobretudo carne vermelha – fígado, morcela); cozinhar em panela de ferro e tomar um copo de suco de frutas cítricas (laranja, limão, acerola) antes ou durante a alimentação. O uso de vitamina C, laranja, limão, acerola, aumentam a absorção de ferro desde que ingeridos antes ou durante a alimentação. O leite de vaca não é fonte de ferro e até prejudica a absorção, a não ser que seja fortificado industrialmente, mas o leite materno, sim é fonte.

Laranja contribui para tratar a anemia
Orientação nutricional

É importante ressaltar que o ferro dos alimentos de origem animal, 20% a 30% são absorvidos no intestino, enquanto que o ferro dos alimentos de origem vegetal (ferro não-heme), a taxa de absorção é de apenas 1% a 7%.

Orientações gerais:
  • Ingestão de carnes em geral + suco de fruta com vitamina C 
  • Não misturar leite ou chá na mesma refeição 
  • Evitar chocolate como sobremesa 
  • Evitar cereais integrais 
  • Utilizar panela de ferro para preparo das refeições 
Fatores que interferem na biodisponibilidade de absorção do ferro não-heme dos alimentos:
Fatores que favorecem a absorção
Alimentos ricos em ácido ascórbico (cajú, leguminosas, goiaba)
Carnes (boi, peixe, aves, fígado)

Fatores que dificultam a absorção
Fitatos, fosfatos e carbonatos (abacaxi, hortaliças, leite)
Tanino (chá, café)
Fosfoproteína (gema de ovo)
Medicamentos que elevam o pH gástrico (antiácidos, inibidores de bomba de próton, bloqueadores histamínicos H2)

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Indisposição e Cansaço? Isso pode ser consequência da má alimentação

Sentir aquele cansaço depois do almoço ou ter dificuldade para levantar pela manhã não tem nada demais, não é mesmo? A nutricionista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Silvia Ribeiro Messalem, alerta para a alta frequência desses sintomas: quando a indisposição e o cansaço são constantes e afetam a rotina, é o momento de procurar um médico. 

“Falta de vitaminas e minerais de manutenção do corpo, queda na produção de hormônios, atuação contra o estresse oxidativo (produção aumentada de radicais livres) e deficiência na produção dos anticorpos são alguns problemas que podem se manifestar em longo prazo”, ressalta a especialista.

Aveia é fonte de nutrientes
Para recarregar as energias e manter a saúde em dia, Silvia indica o consumo de alimentos fontes de vitaminas do complexo B, como: castanhas, aveia, arroz integral, fígado, leite e carne. O magnésio também é um excelente aliado no combate ao cansaço.

“Assim como o complexo B, o magnésio auxilia na regulação e produção de energia, além de manter a saúde do sistema nervoso e do intestino em dia”, esclarece. Entre os alimentos ricos no mineral estão sementes de abóbora e girassol, caju, espinafre, beterraba, iogurte, abacate, ameixa, banana e cereais em grãos.



Silvia reforça que, para o bom funcionamento do corpo, é preciso consumir alimentos de todas as fontes alimentares e manter uma hidratação adequada.

Assim, o cansaço em excesso não vai mais fazer parte da sua rotina. “O mais importante de manter a alimentação balanceada é garantir uma vida saudável, com mais disposição e minimizando o risco de doenças infecciosas”, complementa.

Eu preciso cuidar mais da minha alimentação, principalmente nas fontes de magnésio, pelo menos comer uma delas por dia. E vocês?


Risoto de Gorgonzola com Alho-poró



Rápida e fácil de preparar, a receita une o sabor marcante do queijo tipo Gorgonzola, desenvolvida pela marca Tirolez. com o toque suave do alho-poró e a cremosidade do risoto. Essa combinação de ingredientes traz um ar de sofisticação ao prato, que harmoniza muito bem com um vinho branco seco e leve, como um Chardonnay à temperatura de 15º.

Ingredientes
- ½ embalagem de Manteiga sem Sal Tirolez (100 g)
- 1 alho-poró grande em fatias (250 g)
- 1 cebola média picada (150 g)
- 1 dente de alho picado (5 g)
- 5 xícaras (chá) de caldo de legumes (1 L)
- 1½ xícara (chá) de arroz tipo carnaroli (225 g)
- 1 colher (chá) de sal (4 g)
- 50g de Queijo Tipo Gorgonzola Tirolez picado
- 10 tomates cereja cortados ao meio (150 g)
- ½ xícara (chá) de Queijo Parmesão Tirolez ralado (55 g)

Modo de Preparo
- Em uma panela média, aqueça 1 colher (sopa) de manteiga e refogue o alho-poró, retire e reserve. Na mesma panela, aqueça 1 colher (sopa) de manteiga e refogue a cebola e o alho. Adicione o arroz e refogue-o até que fique bem quente.

- Acrescente 3 xícaras (chá) de caldo de legumes e o sal e cozinhe em fogo baixo por cerca de 10 minutos, mexendo constantemente. Vá acrescentando caldo aos poucos, conforme necessário, de modo que o arroz fique sempre coberto por caldo, mas sem excesso. Cozinhe, mexendo a cada 2 minutos, por mais dez minutos, ou até que os grãos estejam al dente (cozidos por fora, mas com o miolo levemente resistente) e a mistura, cremosa, mas não muito líquida.

- Apague o fogo e adicione o alho-poró, o restante da manteiga e o queijo gorgonzola, mexendo tudo até que o queijo e a manteiga estejam totalmente dissolvidos. Se necessário, ajuste o sal. Sirva decorando com os tomates e com um pouco do parmesão ralado polvilhado por cima.

Você também pode assistir o vídeo: http://www.tirolez.com/escola-do-queijo?p=2

Tempo de preparo: 30 minutos
Rendimento: 4 a 6 porções

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Saúde da mulher: Causas e riscos do aborto de repetição

O sonho da maternidade pode ser um pouco mais desafiador para algumas mulheres. Pesquisas indicam que de 15% a 20% das gestações não evoluem, ou seja, terminam em abortos nos primeiros três meses de gravidez. Apesar de, na maioria das vezes, a interrupção da gravidez ser tratada com um fato natural, para alguns casais o quadro torna-se rotineiro, gerando o aborto de repetição




De acordo com Renato de Oliveira, ginecologista responsável pela área de reprodução humana da Criogênesis, dos casais em idade fértil, 2% a 5% sofrem abortos de repetição, que se caracterizam pela perda recorrente da gestação antes de 20 semanas. “Um quadro de abortamento espontâneo é caracterizado quando ocorre uma perda gestacional de forma espontânea até a 20ª a 22ª semana de gravidez ou quando ocorre a perda de um feto com peso menor do que 500 gramas. Já abortos de repetição são casos em que ocorreram três abortos consecutivos ou, para alguns pesquisadores, quando houve duas ou mais perdas gestacionais logo no início da gravidez, antes da 22ª semana”.

O especialista ainda ressalta que os abortos ocorrem devido a seis fatores básicos, atuando isolados ou em conjunto. Dentre as alterações estão:

Genéticas: A maior parte dos abortos, cerca de 60%, é decorrente de alterações genéticas no embrião, pois eles devem possuir 46 cromossomos que permitem seu desenvolvimento normal. Muitas gestações acabam em abortamento, pois os embriões tem cromossomos a mais ou a menos. Além disso, o impacto da idade materna é grande. Dos 35 aos 39 anos, a probabilidade de se ter um aborto gira em torno de 25%. Já dos 40 aos 44 anos, é superior a 50%.

Vasculares (trombofilias): Doenças do sangue são causas comuns de abortamento, pois podem originar trombose de vasos placentários e impedir a correta chegada dos nutrientes maternos ao feto, o que comprometeria o seu desenvolvimento.

Endócrinas e infecciosas: Diabetes mellitus e distúrbios da tireoide (hipo e hipertireoidismo), quando não tratados, podem ser causadores de abortamento. Algumas infecções, na fase inicial da gravidez, também podem levar à ocorrência de aborto. Por isso, é muito importante realizar avaliação médica ginecológica de rotina.

Anatômicas: Algumas alterações da anatomia do útero (adquiridas ou congênitas), podem ser causas de abortamento. Quanto aos miomas, eles podem interferir e causar aborto principalmente se forem maiores que 4 cm ou se comprometerem a cavidade endometrial.



Imunológicas: Refere-se à reação imunológica contra algo que o nosso organismo não reconhece. Enquanto numa gravidez normal o feto é protegido pelo organismo feminino, em algumas mulheres seu sistema imunológico não reconhece a gravidez e passa a se defender do feto por considerá-lo um corpo estranho, devendo, portanto, ser eliminado.

Hábitos e estilo de vida: Tabagismo, consumo excessivo de álcool e o uso de drogas aumentam o risco de abortamento. Mulheres acima do peso ideal também tem maiores chances de abortarem e terem complicações durante a gestação.

“É importante lembrar que, mesmo após 3 abortos consecutivos, a mulher ainda tem 70% de chance de ter uma gestação tranquila. No entanto, além dos problemas físicos enfrentados pela mulher, é difícil ter a aceitação psicológica. Assim, antes de fazer novas tentativas, é preciso buscar ajuda especializada e identificar as causas”, finaliza Dr. Renato.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Nutrição: Márcio Atalla dá dicas de alimentação saudável

Para se ter uma vida saudável, duas coisas são essenciais: alimentação e atividade física. Além de indispensáveis, são complementares. Uma funciona sempre melhor quando vem acompanhada da outra. Quem fala a respeito essa dobradinha é Márcio Atalla, professor de Educação Física, com especialização em Treinamento de Alto Rendimento, e pós-graduação em Nutrição, pela USP.

Segundo Marcio Atalla, ter força física é importante para todas as pessoas, e isso depende de uma boa massa muscular. Não estamos falando em corpos extremamente fortes e desenhados como os de modelos de revista. Mas de pessoas que tenham vigor físico e uma boa condição muscular e óssea, a ponto de exercer tarefas diárias como carregar uma sacola, subir uma escada mais longa e se defender de algum perigo, ou seja, ser autossuficiente e evitar dores por cansaço ou desgaste do aparelho musculoesquelético. Enfim, que sejam saudáveis! 



A atividade física e a alimentação juntas podem garantir que esse caminho seja o mais natural e eficiente possível. Fazer exercícios de força resistida é o mais indicado para ganho ou manutenção da massa e força muscular. Atividades como musculação, Pilates, ginástica funcional, entre outras. Porém, se na alimentação não houver uma quantidade boa de proteína, o ganho do treino pode ser reduzido em grande parte. 

A quantidade e a qualidade da proteína a ser consumida vão fazer a diferença no resultado dos treinos. Uma pessoa deve considerar seu peso corporal e consumir cerca de 2 g por quilo que pesa. Exemplo: uma pessoa que pesa 60 quilos, deve consumir em torno de 120 gramas de proteína por dia.

A parte difícil é escolher uma boa fonte de proteína, dentre tantas: carnes vermelhas, frango, frutos do mar, peixes. Variar é sempre bom, e não exagerar no consumo de carnes vermelhas também. 


Peixes são ótimas opções, porque são mais leves, de fácil digestão e muitos deles têm ótimas fontes de vitaminas, minerais, e baixa quantidade calórica, como o salmão chileno, por exemplo. Por ser rico em Ômega 3, tem grande poder antiinflamatório, ajudando a proteger o sistema circulatório e cardiovascular. A gordura poliinsaturada previne a formação de placas que obstruem os vasos sanguíneos e por isso reduzem triglicérides. A substância ainda auxilia no controle da pressão arterial, o que reduz chances de doenças cardiovasculares, como infarto ou AVC. Lembre-se: as proteínas deve fazer parte de suas refeições! 


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