quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Receita de farofa com gosto de festa

Indispensável na mesa brasileira e estrela nas comemorações festivas, a farofa é apresentada em diversas leituras, seja mais simples, com legumes ralados ou a farofa rica. Aqui a versão leva Óleo de Coco sem sabor e Coco Aminos Copra. Experimente fazer para sua ceia de Ano Novo e Feliz 2020. 

Farofa de Festa com Óleo de Coco


Ingredientes: 

2 colheres (sopa) de Óleo de Coco sem sabor COPRA

1 cebola pequena picada

3 colheres (sopa) de Coco Aminos COPRA (molho tipo shoyu)

1 cenoura pequena ralada no ralo fino

1 xícara e meia (chá) de farinha de milho flocada

1 maçã pequena ralada no ralo fino

meia xícara (chá) de castanha de caju picadas

150 g de peito de peru ralado fino

1 colher (sopa) de salsinha picada 

 

Modo de preparo:

1-     Em uma panela, aqueça o Óleo de Coco sem sabor COPRA e refogue e cebola por 2 minutos.

2-     Acrescente o Coco Aminos COPRA, a cenoura e refogue por mais 2 minutos.

3-     Adicione a farinha e refogue até dourar levemente.

4-     Retire do fogo, junte a maçã, as castanhas, o peito de peru, a salsinha e misture. Sirva em seguida. 

 

Rendimento: 6 porções

Tempo de preparo: 20 minutos

Tempo total de preparo: 20 minutos

  

Dicas

  • Não é necessário acrescentar sal, o Coco Aminos COPRA dá o sabor necessário para preparação!!
  • Utilize a farofa também para rechear peru de Natal!!
  • Para uma preparação vegana, substitua o peito de peru por tofu defumado.

 

Para você que gosta de farofa, aqui tem outra receita. Confira!

terça-feira, 27 de outubro de 2020

Receita: Penne com salmão, vegetais e limão siciliano

 Cerca de 4 milhões de brasileiros têm intolerância ao glúten, ou doença celíaca. Pensando nisso, a Barilla, líder global em massas, conta com saborosas receitas para quem precisa excluir o glúten da dieta, sem perder o sabor e a saudabilidade. 

Ideal para quem busca praticidade, o Penne Glúten Free Barilla acompanha salmão frescos, vegetais e limão siciliano, ingredientes que transformam qualquer pessoa em um Masters of Pasta!  

Rendimento: 5 porções | Tempo de preparo: 22 min | Dificuldade: fácil 

Ingredientes

400g de Penne Glúten Free Barilla

200g de salmão fresco

50g de semente de gergelim

1 cenoura média

1 talo de alho poró

1 cebola roxa

2 dentes de alho

1 ramo de tomilho fresco

60ml de shoyo

30ml de mel

Raspas de um limão siciliano

30ml de Azeite de oliva extravirgem

1 colher de cebolinha picada

Sal e pimenta do reino preta a gosto 

Modo de preparo

• Cortar o salmão em cubos de 1 cm. Reservar.

• Cortar os vegetais em cubos pequenos. Em uma frigideira antiaderente, aquecer um pouco de azeite e dourar os cubos de salmão rapidamente. Reservar. Na mesma frigideira, refogar todas as verduras e, em seguida adicione o shoyo.

• Cozinhar a massa em abundante água salgada até 1 minuto antes do tempo indicado na embalagem. Escorrer e, em seguida, acrescentar na frigideira com os legumes com uma concha da água do seu cozimento, mexendo sempre pelo minuto faltante. Desligar o fogo, acrescentar o mel, o gergelim e o salmão grelhado. Corrigir o sal, a pimenta do reino preta e servir imediatamente com as raspas de limão siciliano e a cebolinha picada.

 Aproveite e veja a receita vegetariana de Lasanha com legumes.

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

FitChef ensina receita de bolo molhadinho gelado que é sucesso na certa

O bolo gelado de coco é um clássico da infância de muita gente. Delicioso, ele é a sobremesa ideal para os dias mais quentes do ano. A fitchef Alena Barros criou uma versão saudável do bolo, isso mesmo, ele é molhadinho, saboroso, mas sem açúcar e de baixo impacto glicêmico. Confira o passo a passo da receita, da massa até a calda. 

Bolo gelado de coco low carb e 0 açúcar 


Massa

1 ovo

3 claras

1 xic chá eritritol

1/2 xic azeite suave

2 col sopa de água

2 col sopa de suco de limão

1 xic de chá de farinha de aveia

1 xic de chá de farinha de trigo ou mix de farinha sem glúten (pra dar estrutura )

1 col de chá de fermento em pó 

Recheio

2 claras

2 col sopa de eritritol

2 col de sopa de leite de coco em pó

1 col chá de extrato de baunilha

4 col sopa de creme de aveia

Coco ralado a gosto 

Calda

1 xic de leite de coco

1 xic de leite de coco em pó

1 col de sopa de eritritol

 

Preparo da massa

Pré aqueça o forno 180 graus e unte uma forma quadrada

No liquidificador bata os ovos, claras, adoçante, azeite, a água e o suco de limão por 2 minutos.

Coloque a mistura em um bowl e acrescente as farinhas e o fermento até ficar homogêneo.

Coloque em uma assadeira e leve ao forno por aproximadamente 30 min. 

Recheio

Bata as claras em neve e vá acrescentando o adoçante aos poucos e sem parar de bater acrescente o leite de coco em pó e o extrato de baunilha. Desligue a batedeira e incorpore o creme de aveia. 

Calda

Em um bowl misture bem todos os ingredientes.

Montagem

Corte o bolo em duas partes e regue com a calda. Coloque o recheio em uma das partes e cubra com a outra parte. Espalhe o resto do recheio sobre o bolo e salpique coco ralado em cima. Leve a geladeira até servir ou o mais tradicional é cortar em pedaços e embrulhar no papel alumínio e levar a geladeira. 

Sobre Alena FitChef



Alena Barros é fitchef (especializada em doces zero açúcar e funcionais). Portadora de diabetes há 25 anos, hoje, aos 39 anos controla a doença por meio de alimentação funcional e atividade física.

 

Quer mais receitas de bolo? Conheça o bolo de iogurte com amora.

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Receita - Divino Fogão ensina como preparar um prático risoto de tomate seco

 

Foto: Divulgação/ Divino Fogão

Risoto de tomate seco

 

Ingredientes:


1 tablete de caldo de legumes

5 ½ xícaras de água para cozimento

1/3 xícara de tomate seco em óleo    

3 colheres de sopa de azeite

1 cebola picada

2 xícaras de arroz arbóreo

1 xícara de mussarela ralada

50g de parmesão ralado

¼ xícara de manjericão fresco

Sal e pimenta a gosto   

                 

Modo de Preparo:


Dissolva o caldo de legumes na água para cozimento e deixe em fogo baixo. Enquanto isso, escorra e pique o tomate seco. Aqueça duas colheres de sopa de azeite em uma panela e refogue a cebola. Coloque o arroz, frite por um minuto e junte uma concha do caldo de legumes quente. Não pare de mexer o arroz e cozinhe em fogo baixo até começar a secar levemente. Continue mexendo e adicionando uma concha de caldo de cada vez até cozinhar totalmente. Este processo deve levar de 25 a 30 minutos, até o arroz ficar macio e cremoso.
Junte os queijos, o tomate seco, mais uma colher de azeite, o manjericão, o sal e a pimenta. Misture bem e sirva.

 

Tempo de Preparo:  45 minutos

 

Rendimento: 6 pessoas

 

Para ver outras receitas de risoto publicadas no Blog, clique aqui.

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Artrose nas mãos: uso excessivo de celular pode ser fator de risco

Divulgação

Quatro em cada dez pessoas terão esse problema. Doença normalmente associada à idade avançada, pode se manifestar muito cedo, causando dores e limitações motoras.

 

A artrose nas mãos começa com uma sensação de que as juntas dos dedos estão ressecadas, como se estivessem travadas ou até mesmo um pouco inchadas e se nada for feito, com o tempo vem a dor. É o que explica o fisioterapeuta e diretor clínico do ITC Vertebral e do Instituto Trata, Bernardo Sampaio. De acordo com o profissional essa doença provoca o desgaste das articulações das mãos e assim, aumenta o atrito entre os ossos, que acaba causando dor, dificuldade para realizar movimentos simples no dia a dia, como segurar objetos ou escrever, e nos casos mais avançados, a formação de nódulos duros nos dedos, provocando deformações. 

 

De acordo com o Centro de controles e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, 40% da população mundial tem ou terá osteoartrite – o termo mais usado pelos médicos – entre os dedos e o punho. É muita gente. “Essa doença pode ser bastante limitante, principalmente quando atinge as duas mãos, e é mais comum em idosos e em mulheres na menopausa, devido ao envelhecimento da cartilagem. Além disso, ela também pode acometer pessoas que realizam atividades que exijam frequentemente as articulações das mãos, como o trabalho doméstico, por exemplo” – Pontua o especialista que também explica que doenças inflamatórias, autoimunes ou genéticas também podem favorecer a rigidez das mãos, resultando em artrose.

 

 Mas em tempos de era digital, não é incomum ver essa patologia em pessoas jovens, já que essa doença também está associada ao uso excessivo de celular ou computador. Ainda segundo o fisioterapeuta tanto o diagnóstico, quanto o tratamento inicial, é clínico, feito através de medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos, imobilização e reabilitação. “Medicamentos protetores de cartilagem também podem retardar o processo de desgaste e consequentemente diminuir a dor” – Explica.

 

Em casos mais avançados é melhor que seja realizada uma intervenção cirúrgica, cujo método depende da articulação envolvida e também do grau da artrose como terapia a laser, exercícios e massagens fisioterapêuticas. “O objetivo principal é fortalecer os músculos ao redor dessas articulações. Geralmente, são indicados exercícios leves e de baixa intensidade. Vale destacar que a fisioterapia deve ser associada com outros métodos para complementar o tratamento” – Finaliza Bernardo Sampaio.

 

BERNARDO SAMPAIO - é fisioterapeuta (Crefito: 125.811-F), diretor regional da Associação Brasileira de reabilitação de coluna - ABR Coluna e diretor clínico do ITC Vertebral e do Instituto Trata, de Guarulhos. Possui experiência em fisioterapia ortopédica, traumatologia e esporte; e especialização em fisioterapia músculo esquelética, aprimoramento em membro superior e oncologia ortopédica pela Santa Casa de São Paulo. Saiba mais em: www.institutotrata.com.br e www.itcvertebral.com.br

terça-feira, 20 de outubro de 2020

Conheça a origem do croissant e outras curiosidades gastronômicas

 Por Chef Bianca Folla


Culinária também é cultura e é sempre interessante aprender sobre as origens de alguns pratos que fazem parte do nosso cardápio, não é mesmo? Por isso, selecionamos 7 pratos e suas curiosas histórias para você ter muito o que falar na próxima ida ao restaurante. As informações são assinadas pela chef Bianca Folla, profissional formada em Direito pela PUC/ SP e Gastronomia no SENAC/SP. Ela atua na área desde 2005 e seu currículo é recheado de muitos cursos e concursos no Brasil e exterior. Participou e venceu o Reality Show A Batalha do Food Truck no GNT e foi convidada para falar sobre essa experiência no Cozinhando com Palavras na Bienal do Livro. 

Confira e tente não ficar com água na boca.


1. Batata frita

O nome em inglês, french fries (batatas francesas), não passa de uma pegadinha, já que nossa deliciosa batata frita de todo dia é uma invenção maravilhosa que veio diretamente da Bélgica.

Segundo dizem, desde o século 17 era comum na região do Rio Meuse pescar pequenos peixes e fritá-los. Porém, durante o inverno, quando o rio congelava, os belgas cortavam batatas em forma de peixinhos e as jogavam na gordura. Durante a Primeira Grande Guerra, os soldados americanos que passaram pelo país provaram a iguaria e deram o nome de ?francês?, que era a língua oficial do exército da Bélgica naquela época.


2. Lasanha

A delícia dos almoços de domingo de várias famílias não é um prato tão italiano assim? Uma receita muito parecida já fazia parte de um livro de receitas escrito pelo cozinheiro mestre do Rei Ricardo II da Inglaterra em meados do século 14. Mas existem ainda aqueles que defendem que a lasanha é mais antiga e teria origem na Grécia Antiga. No entanto, a grande diferença dessas lasanhas antigas e versão atual é a presença do molho de tomate, que só passou a ser consumido na Europa após o descobrimento da América em 1492. 

3. Croissant


Não há nada mais parisiense do que vestir roupas listradas e comer um croissant no café da manhã, não é mesmo? Na verdade, mais ou menos. O pão de massa folhada não é francês. Seu nome é kipferl e foi criado no século 13 por padeiros da cidade de Viena, na Áustria. Porém, Maria Antonieta, que era austríaca, popularizou o pãozinho na França a partir de 1770 quando se casou com então futuro rei Luís XV.


4.Pizza

Todo mundo sabe que a pizza é um prato italiano. É, mas não é. A pizza como conhecemos atualmente surgiu no século 16, em Nápoles. No entanto, muito antes os egípcios e gregos da Antiguidade também já faziam lanchinhos que se pareciam muito com a pizza e há 5 mil anos, babilônios e hebreus também já levavam ao forno a massa com farinha e água. Na Idade Média, o prato chegou na Itália, onde foi aperfeiçoado e recebeu o ingrediente recém descoberto nas Américas: o tomate.


5. Acarajé

O acarajé, símbolo da gastronomia e cultura baiana,tem origem no continente africano e se trata de um prato sagrado, feito como oferenda para os orixás. Trata-se de um bolinho, feito com feijão-fradinho, cebola e sal e frito em azeite-de-dendê, derivado do àkarà da África Ocidental que, por sua vez, deriva do falafel árabe que chegou na África no século 7.


6. Feijoada

Você sempre ouviu falar que a feijoada, o prato mais brasileiros de todos, é uma receita típica dos escravos, não é mesmo? Mas não é bem assim a história. A elite dos colonos portugueses era no norte e trouxeram o cozido para o Brasil. Lá, a prática de cozinhar carne de porco com feijão branco é comum desde os anos 700. Porém aqui, os portugueses descobriram o sabor do feijão preto, criando a feijoada brasileira.

Já a criação da feijoada que comemos hoje, com laranja, farofa, arroz, couve e torresmos, é do restaurante carioca G.Lobo, que ficava no centro do Rio de Janeiro e fundado no final do século XIX.


7. Bife à parmegiana ou filé à parmegiana

Outro prato muito popular no Brasil, o bife frito, empanado com farinha de trigo e ovos, coberto com queijo do tipo parmesão e bastante molho de tomate e condimentos como orégano, é considerado por muito uma receita italiana. O nome parmegiana parece derivar do italiano parmigiana, que significa aquilo ou aquele que vem de Parma, na Itália. E esse nome se deve ao queijo utilizado em sua preparação, o queijo parmesão. No entanto, apesar do nome, o bife à parmegiana não existe em Parma. Ele foi inventado pelos paulistas que tiveram uma forte influência da cultura italiana.

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Receita de frango crocante empanado com aveia assado no forno



Essa receita, enviada pela QUAKER®, traz é uma opção para colocar proteína nas refeições do dia a dia, mas de um jeito um pouco diferente: cubinhos de frango crocante, empanados com aveia em flocos finos. Aqui, além de ter uma receita gostosa e equilibrada - especialmente porque a ideia é evitar a fritura e assar o franguinho no forno - você também tem a oportunidade de incluir na sua refeição a aveia, um grão que está relacionado com o bom funcionamento intestinal, além de ajudar a manter a boa saúde do coração.

Para acompanhar o frango, a sugestão é que você prepare uma salada de folhas e tomatinhos. A aveia em flocos finos QUAKER® também pode ser utilizada para ser salpicada por cima e dar uma textura extra para sua saladinha! 

Ingredientes: rendimento - 4 porções

2 peças (400 g) de peito de frango cortado em cubos

3 ovos batidos

300g de aveia em flocos finos QUAKER®

6 colheres de sopa + 1 colher de chá (100 g) de gergelim negro

1 colher de sopa de páprica doce ou defumada

1 colher de sopa de alho em pó

2 colheres de sopa de salsa picada

A gosto (com moderação): sal, pimenta e azeite de oliva


Salada para acompanhar:

1 peça de alface

1 xícara de tomate cereja cortado em 4 partes

A gosto (com moderação): sal, pimenta e azeite de oliva


Modo de preparo:
 

Comece temperando o frango com sal, pimenta e páprica defumada e reserve.

Em uma tigela, bata os ovos com o alho em pó, a salsa picada, o sal e a pimenta do reino e também reserve.

Em outra tigela, junte os flocos de aveia com o gergelim preto. Passe o frango pelos ovos batidos e depois pela mistura de aveia, empanando completamente. Transfira para uma assadeira previamente untada com azeite e asse em forno pré-aquecido a 180° por cerca de 25 a 30 minutos até dourar e ficar crocante.

Monte a salada juntando todos os ingredientes e sirva com os cubos crocantes de frango.

 

Aproveite para conhecer no blog a receita de frango ensopado na  cerveja.

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