domingo, 5 de setembro de 2021

Resenha Skol Beats Zodiac: sabores Ar e Água

Como vocês estão? Passei alguns meses sem geladeira em casa, porque entrei em uma fase de reforma. Por isso, não tive como resenhar os outros 2 sabores da coleção Skol Beats Zodiac: Ar e Água. Aqui nesse post tem a  minha opinião sobre Fogo e Terra.   

Para começar, as duas versões têm cores bem bonitinhas e suaves, assim, fotografam bem ;) 

A Skol Beats Zodiac Ar tem o sabor mais leve e refrescante de todas as que bebi desta edição especial e, segundo o fabricante, tem notas de ervas (o sabor me lembrou a Skol Beats Gim). Até o teor alcoólico parece menor, mas não é. Uma boa opção para quem quer algo suave para o calor.

Skol Beats Zodiac Ar

Já a versão Skol Beats Zodiac Água também tem um sabor leve, mas as notas de limão estão um pouco mais presentes, junto com uma nota amarga que me lembra casca de limão. A embalagem diz que o produto tem "notas de pitaia e citrus", mas para mim pitaia é uma fruta muito sem sabor (apesar de eu comê-la com cereais de vez em quando). 

Skol Beats Zodiac Água

É difícil dizer qual é a melhor, pois sabor é algo muito pessoal. Eu prefiro algo mais leve atualmente, como a Ar. E você? Qual gostou mais?


sábado, 21 de agosto de 2021

Masterchef com Helena Rizzo: o que mudou?

Já assisti programas com a marca Masterchef de vários países, inclusive as versões infantis - veja a resenha na temporada 10 dos Estados Unidos  No Brasil, já acompanhei algumas temporadas (assisto a reprise no Discovery Home & Health e não na Band).

Em 2021, os brasileiros foram surpreendidos pela saída de Paola Carosella do trio de chefs que avaliam os ansiosos e esperançosos participantes. É evidente que se criou uma expectativa no mercado gastronômico e junto aos fãs do Masterchef em relação ao profissional que a substituiria. 

E o programa ganhou a participação da chef gaúcha radicada em São Paulo, Helena Rizzo. No começo da carreira, Helena foi modelo e trabalhou paralelamente como garçonete da banqueteira Neka Menna Barreto e estagiou na cozinha dos restaurantes Roanne, de Emmanuel Bassoleil, e Gero, do Grupo Fasano - ou seja, teve mentores de peso do universo culinário. 

Não pretendo falar muito da premiada carreira de Helena, pois os detalhes estão disponíveis no site do restaurante Mani, do qual ela é proprietária.

Masterchef Brasil

Dos três atuais chefs do programa, Jacquin, Fogaça e Helena, eu já comi pratos assinados por ela, pois participei de vários eventos no espaço Manioca, que fica ao lado do restaurante Mani, localizado no Jardim Paulistano. Sempre gostei muito dos sabores e dos ingredientes brasileiros, como a tapioca, utilizada nas receitas de forma criativa.

Assisti Helena Rizzo também no The Taste, outro reality gastronômico no qual disputam aspirantes a chefs, veiculado no canal GNT (também é um modelo importado de programa no qual os chefs consagrados atuam como mentores, mas avaliam as criações culinárias às cegas em uma das provas. Ou seja, podem falar mal de pratos feitos por pessoas de sua própria equipe).

The Taste (GNT) 

Para mim, a entrada de Helena Rizzo no Masterchef foi excelente. Ela é divertida, conhece muito de culinária e avalia dos participantes com críticas construtivas e muita educação. 

Achei que o programa ficou mais leve e interessante. Assim, mudou para muito melhor e espero que continue assim. Parece até que Fogaça e Jacquin evitam dar aquelas bordoadas que costumavam distribuir aos participantes com comentários fortes e que eram verdadeiros baldes de água fria. 

Nota 10 para Helena Rizzo (estou escrevendo esse post sem ler outros comentários a respeito da nova apresentadora ou saber como anda a audiência). Como você viu essa mudança no elenco? 


Compartilho com vocês este post do evento da marca SBP com Ivete Sangalo, realizado no espaço Manioca. Veja as fotos no post. Espero que curtam!


quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Tudo o que você precisa saber sobre o sake




Embora o vinho tenha se tornado um clássico da estação, para quem busca inovar com uma bebida que harmonize com pratos típicos do inverno, uma ótima pedida é o sake. O sake já está bem aclimatado às mesas brasileiras: aparece tanto para acompanhar a culinária oriental quanto harmonizando com pratos ocidentais e faz sucesso como a famosa sakerinhas. Entretanto, é difícil encontrar facilmente mais informações sobre a bebida. Por isso, Rodrigo Peca, especialista em sake da Azuma Kirin, marca pioneira com mais de 85 anos de Brasil, preparou uma guia com muitas informações sobre o fermentado japonês, que compartilhamos com você no Glamour e Felicidade. Confere e beba com moderação!


Onde são feitos?

Para começar, tradicionalmente as fábricas que produzem sake são chamadas de Sakaguras e os três principais elementos para a produção da bebida são: agua, arroz e o Koji, específico para a produção de sake, que são microrganismos utilizados para fermentação do arroz. A Azuma Kirin garante a utilização do Koji Japonês especifico para sake, importado do Japão, o que garante qualidade e legitimidade aos seus produtos. O teor alcoólico do sake varia de 13 a 16%.

Como são produzidos?

O processo de produção do sake não é simples, mas começa com o polimento do arroz, que busca conservar apenas a parte central do grão, onde encontra-se o amido. Quanto maior o grau de polimento do grão, mais nobre é o sake. Após o polimento, o arroz cozido ao vapor parte para o processo de fermentação, juntamente com água e o koji, que confere mais complexidade de sabor e aroma à bebida. “Como a fermentação é feita de forma natural, sem adição de aditivos químicos, a qualidade do grão, características da água utilizada e do koji são fundamentais para o resultado final da bebida,” explica Rodrigo Peca.

Confira 6 motivos para eleger o sake como um hit do inverno!


1.É versátil


No inverno, a versatilidade do sake chama a atenção pela possibilidade de preparações quentes, compondo drinks que aquecem o corpo e alma.

2.Bebida leve

Por ser uma bebida fermentada leve, com teor alcoolico equilibrado, o sake não empapuça, tornando o drink um ótimo acompanhamento da refeição.

3.Teor alcoólico na medida certa

Dê adeus às bebidas alcoólicas que ‘sobem’ rápido, como gin, vodka ou cachaça, que têm teor alcoólico variando de 35% a 50%. Ao substituir uma dose de destilado por outra de sake, terá um drink na medida certa de teor alcoólico, cerca de 15%.

4.Custo X benefício

Comparado com outros importados ou destilados, o sake tem um excelente custo, você encontra produtos de qualidade numa média de R$38 a garrafa*

5.Produto nacional

Para o sake, ao contrário de outras bebidas, quanto mais jovem o produto, melhor para ser consumido. Vale apostar então nas marcas nacionais que levam à risca o processo tradicional de produção japonês, como é o caso de Azuma Kirin e conseguem preservar sabor e aroma até o momento do consumo.

6.Fácil de encontrar

Há tempos o sake caiu no gosto do brasileiro, por isso é uma bebida fácil de encontrar nas prateleiras dos supermercados.


Agora, aprenda a harmonizar o sake com os pratos típicos da temporada para transformar o seu inverno!


Comum:
É um sake menos complexo e que passa a sensação mais alcoólica. É incolor, tem sabor neutro e final seco. É ideal para misturas com frutas cítricas e pode ser até usado como substituto do vinho no preparo de algumas refeições. Ele combina com pratos de frutos do mar e sushis.

Soft: Indicado para quem busca um sabor discreto e agradável. Tem aroma suave, é frutado, leve e delicado no paladar.

Dourado: O Dourado é um sake de excelente acidez, aroma fresco e frutado, com sabor suave. É perfeito para consumo puro e se harmoniza bem com pratos de frutos do mar, peixes assados ou lámen. Ou, uma excelente opção para quem quer um sake para combinar com aquele fondue de queijo.
Nama: É uma bebida delicada, frutada e de final cítrico. É um sake que passa por menor processo de pasteurização, o tornando um sake mais sutil e volátil, ideal para quem não abre mão de um sake gelado.

Junmai: o Junmai é o sake sem adição de álcool, toda percepção alcoólica é proveniente de sua fermentação, é mais encorpado e com final de sabor intenso. Para o inverno é ideal, pois combinado com sopas, ensopados ou mesmo frituras fica uma delícia.

Guinjo: Sake Premium, muito aromático, frutado e adocicado, com sabor leve e notas de maçã, combinando muito bem com sushis e sashimis, lámen e caldos de sabor mais suave.


Que tal um drink à base de Amarula? Aqui tem uma receita imperdível. Confira!

terça-feira, 17 de agosto de 2021

Costela na panela de pressão

Um prato fácil e econômico para seu almoço.

Costela na panela de pressão é um prato delicioso. A carne é muito suculenta e embora não seja um corte nobre, o resultado é uma costela que derrete na boca. Dentro da panela não vai água, tudo é cozido no próprio líquido que os ingredientes vão soltando. O tempo de preparo é de aproximadamente setenta minutos e serve 4 pessoas. “O grande truque dessa receita está na cebola. Você precisa forrar o fundo da panela de pressão com cebola, o máximo possível. A cebola, além de dar sabor, impedirá que a carne entre em contato diretamente com a parte mais quente da panela e queime”, explica o Chef André Holmo. Para fazer a receita, peça para o açougueiro 1 kg de costela de ripa, com pouca gordura, cortada em pedaços, indica Holmo.

Ingredientes: 

  • 1 kg de costela bovina
  • 3 cebolas médias ou 2 cebolas grandes
  • 1 tablete de caldo de carne ou caldo de costela
  • alho a gosto
  • Sal a gosto
  • pimenta do reino a gosto.

 

Modo de preparo:

 

  1. Forre o fundo da panela com as cebolas cortadas em pétalas.
  2. Tempere os pedaços de costela com alho, sal e pimenta e distribua-os na panela sobre a cebola, colocando os ossos virados para baixo.
  3. Por último, coloque o tablete de caldo de carne ou costela. 
  4. Feche a panela e leve ao fogo até pegar pressão. Depois que a panela começar a chiar, abaixe o fogo e marque uma hora.
  5. Sirva com mandioca ou batatas.

 

Dica do Chef: 

O grande truque dessa receita está na cebola. Você precisa forrar o fundo da panela de pressão com cebola, o máximo possível. A cebola, além de dar sabor, impedirá que a carne entre em contato diretamente com a parte mais quente da panela e queime.


A Vaca Atolada é outro prato que é elaborado com costela bovina. Acesse aqui e veja esta deliciosa receita.

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Contém Esperança: livro reúne histórias de vida sob a ótica de quem não tem tempo a perder

Pacientes com doenças graves relatam reflexões sobre finitude, esperança e vida


Toda história de vida tem valor e potência, um lugar de encontro, em que nós percebemos e encontramos. Em meados de 2020 nasceu um sonho, idealizado pela médica, escritora e paliativista Ana Claudia Arantes e a paciente e escritora Ana Michelle Soares: um espaço onde pacientes com doenças graves pudessem se conectar à vida mesmo diante de todos os desafios impostos pelo adoecimento. Assim, a Casa Paliativa deu seus primeiros passos. Hoje, a comunidade (com sede em São Paulo), é ponto de encontro e pertencimento para centenas de pacientes e familiares que contam com aulas, oficinas e suporte emocional e espiritual.

Diante do impacto causado na vida dos pacientes, surgiu a necessidade de transcender as barreiras do tabu e ao longo de 6 meses eles se dedicaram a aprender sobre os processos de escrita com diversos autores consagrados como: Tiago Ferro, Ruth Manus, Cris Guerra e André Gravatá. Dos encontros, nasceu o livro “Contém Esperança”, publicado pela editora e-galáxia com apoio da Pfizer, edição da jornalista Ana Holanda e participação de 46 pacientes e familiares que, como ponto em comum, vivenciam algum tipo de dor causada por uma doença que ameaça a continuidade da vida.

Gente que se encontra sob "Cuidados Paliativos" expressão que por muito tempo gerou tabu e desconforto em quem não compreendia a extensão desse cuidado. Neste livro, cada um narra a história por trás do diagnóstico, se desnuda por meio das palavras, em prosa e poesia, se mostra a partir de quem é. Uma doença, afinal, não os define. E é isso que se pode perceber ao longo dos textos cheios de delicadeza, presença e profundidade. Uma leitura essencial para profissionais de saúde, pacientes e familiares que convivem com doenças graves, além, é claro de gente que respira e até mesmo quem apenas existe. “O livro é um mergulho onde o leitor pode aprender sobre vida e esperança sob a ótica de quem não tem tempo a perder”, diz Ana Claudia.

O livro Contém Esperança já está disponível na plataforma Amazon nas versões ebook e impressa, e já conquistou o primeiro lugar na categoria livros em alta e o TOP 3 em outras 3 categorias. A renda arrecadada com a venda será destinada para a manutenção das atividades da Casa Paliativa.

Livro Contém Esperança
Venda: Amazon
Versão Impressa – 45 reais
Versão E-book –38 reais
Editora e-galáxia

Sobre a Casa Paliativa - Espaço de convivência (presencial e online) dedicado a pacientes com doenças graves que podem se beneficiar dos Cuidados Paliativos. A comunidade conta com atividades que proporcionam diálogo, escuta ativa, bem-estar, qualidade de vida, pertencimento, construção de legado, informações e aconselhamento profissional. Familiares que estão na linha de frente do cuidado de pacientes também são bem-vindos.
www.casapaliativa.com.br


Aqui no Blog Glamour e Felicidade, você vai encontrar muitas matérias com foco em saúde. Acesse aqui para ler e se informar.



domingo, 15 de agosto de 2021

Vale a pena assistir o seriado The Fall?

The Fall é uma produção da BBC rodada em Belfast, capital da Irlanda do Norte, e sua produção não é recente. São 3 temporadas veiculadas originariamente entre 2013 e 2016. Eu assisti no Brasil em 2020 pelo canal TNT Series. Aviso: tem spoiler na resenha.

A protagonista é Stella Gibson (Gillian Anderson), detetive britânica que desembarca na Irlanda do Norte para ajudar a solucionar um crime e acaba  revelando a existência de um serial killer que assassina mulheres morenas, independentes e de cabelos longos. Ela se depara com a resistência da polícia local em mudar a linha de investigação e aceitar que os dois primeiros crimes tinham relação entre si. 

Stella Gibson é uma mulher elegante, que procura ser mais racional e menos emotiva na condução da investigação. Entretanto, ao longo dos episódios, ela tem casos com detetives irlandeses - não porque se apaixona, mas pelo prazer de fazer sexo com homens bonitos (um deles é casado e é assassinado na primeira temporada).

Stella Gibson

A detetive britânica se vê envolvida também nas questões políticas da polícia irlandesa e em tramas de corrupção, que envolve o chefe de polícia de Belfast, Jim Burns (John Lynch), com quem no passado Stella já se envolveu - ele sente ciúme e raiva pela segurança e indiferença dela.

Quem assiste a série sabe logo no começo que o assassino é Paul Spector (James Dornan), um psicólogo, casado e pai de duas crianças - um menino mais novo que não tem a atenção dele e uma menina mais velha, que é "apaixonada" pelo pai. 

Paul tem uma vida dupla e um casamento monótono com a enfermeira Sally Ann (Bronagh Waugh). O ator James Dornan é o galã da trilogia Cinquenta Tons de Cinza (filmes que não assisti)

Paul Spector

Paul Spector é cínico, autoconfiante e planeja seus crimes - um verdadeiro psicopata que tem uma história que remonta à infância. Embora aparente ser franzino, ele se exercita pesado, filma suas vítimas, escreve breves relatos de seus crimes e cola pequenos troféus, como fotos delas e gravações.

Uma personagem que vale mencionar é o da adolescente Katie Benedetto (Aisling Franciosi), que é baby sitter dos filhos de Paul Spector e se apaixona por ele, nutrindo um amor cego e louco, mesmo desconfiando do envolvimento dele nos assassinatos. Katie não se importa, gosta disso e até está disposta a ajudar nos crimes.

Katie Benedetto

Apesar de 3 temporadas, o seriado The Fall é rápido de assistir, pois tem apenas 17 episódios no total. A história traz outros dramas paralelos, como o da paciente do psicólogo Paul Spector, que é perseguida pelo marido violento e ciumento (ele terá um papel importante no desfecho da terceira temporada). Cenas dramáticas envolvem a esposa de Paul, que sofre depois de conhecer o passado do seu marido, se vê envolvida na investigação e não sabe como tocar o futuro e lidar com os filhos.

Quem tem uma participação em The Fall como a legista Reed Smith é a atriz Archana "Archie" Panjabi, famosa no Brasil pela personagem Kalinda Sharma na série The Good Wife.

Respondendo a pergunta: vale a pena assistir o seriado The Fall? Mesmo não sendo uma série investigativa cheia de ação, eu gostei de The Fall e recomendo.

A gente fica na torcida para saber como vai evoluir a briga psicológica entre Paul e Stella e a investigação, pois os dois se desafiam o tempo inteiro. Mas, não vou contar o final.

Uma sugestão aos produtores de The Fall seria retomar a história de crimes com a filha de Paul Spector, pois a garotinha, obcecada pelo pai e triste pela separação, pode continuar o legado de assassinatos dele.

Aproveite sua passada aqui no site e leia também: Vale a pena assistir o seriado Gotham? 

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Mitos sobre o azeite: especialistas explicam sobre a funcionalidade do produto

 




Aquecimento, cor e acidez ainda deixam consumidores em dúvida na hora de escolher ou preparar receitas com o famoso suco das azeitonas


O azeite de oliva é uma gordura proveniente da azeitona, o fruto da oliveira. Florescendo na primavera, as azeitonas passam pelo processo de maturação até ao outono, época em que acontece a colheita.

A azeitona é um alimento presente em grande parte das cozinhas e o azeite é um dos elementos base da dieta mediterrânica, considerada uma das mais saudáveis do mundo.

Segundo um estudo realizado pela FIESP, o consumidor brasileiro busca cada vez mais por uma alimentação balanceada e saudável e, por esse motivo, o interesse pelo azeite cresce a cada ano no Brasil. Uma gordura rica em vitaminas e substâncias antioxidantes, o azeite é subdividido em três tipos:

Azeite Extra Virgem

Nesta categoria, o produto deve ter até 0,8% de acidez e sem defeito organoléptico/sensorial, sendo este o tipo de azeite que tem melhor preservadas as suas qualidades de aroma e sabor. A acidez de até 0,8% é um indicativo de que todas as etapas de processamento (maturação da azeitona, colheita do fruto, limpeza, extração e embalagem) foram realizadas de forma adequada.

Azeite Virgem

Azeites que apresentam algum defeito sensorial e/ou com acidez acima de 2% são denominados azeite virgem. Azeites com acidez acima de 2% não são adequados para o consumo, sendo que estes produtos são submetidos a um processo químico denominado refinamento, o qual se reduz a acidez do produto adequando-o ao consumo.

Azeite de Oliva

O processo de refinamento nos azeites virgens remove, além da alta acidez, as substâncias aromáticas e de sabor, bem como os antioxidantes naturais, pigmentos de cor e as vitaminas do azeite. Nesta fração refinada do azeite, normalmente se adiciona uma pequena quantidade de azeite extra virgem para repor um pouco de sabor, aroma e cor ao produto final. Estes azeites, então, são denominados comercialmente como "Azeite de Oliva" e sua acidez é de até 1%.

Mas com tantas informações disponíveis atualmente sobre o produto, surgem também alguns mitos que permeiam o uso do azeite. Pensando nisso, a Andorinha, marca pertencente ao grupo Sovena e que importa para o Brasil os azeites e azeitonas do seu olival próprio em Portugal, nos ajuda a desmitificar quatro mitos sobre o azeite.

De acordo com a nutricionista Maria Julia Coto "A inserção do azeite na alimentação todos os dias apresenta inúmeros benefícios à saúde devido à sua elevada densidade nutricional. Por isso, é essencial desmistificar algumas dúvidas comuns que surgem em torno desse alimento, para assim, proporcionar maior conhecimento sobre o impacto das escolhas alimentares em boas condições de saúde a curto e a longo prazo, assim como o azeite é capaz de proporcionar."

1 - O azeite não pode ser exposto a altas temperaturas.

Esse é um dos mitos mais recorrentes entre os consumidores, e isso faz com que o uso do azeite fique restrito apenas à finalização de pratos e ao tempero de saladas. Segundo as pesquisas, 1/3 dos consumidores acreditam que, quando aquecido, o azeite perde suas propriedades benéficas e por esse motivo não esquentam o produto. Mas, ao contrário do imaginário comum, o produto aquecido se mantém estável e benéfico ao combate de colesterol ruim e aumento do bom. Usado corretamente, em média até 180ºC, o azeite de oliva pode fazer a diferença para manter uma alimentação de qualidade.

De acordo com a nutricionista Maria Julia Coto, "diversos estudos científicos já comprovaram que o azeite pode ser aquecido em condições de uso doméstico sem prejuízos. É um mito acreditar que vira ‘gordura ruim’, pois estes estudos demonstraram que o aquecimento não altera o perfil de ácidos graxos do azeite, comprovando que não há uma mudança no perfil de gorduras, que se mantém de boa qualidade. Isso ocorre devido ao alto teor de antioxidantes presentes no azeite, moléculas que protegem as células de reações oxidativas. Assim, o azeite é capaz de manter a sua composição estável frente à oxidação térmica, sem que haja a formação relevante de compostos tóxicos ou gordura trans."

MITO, o azeite pode ser sim exposto à altas temperaturas.


2 - O azeite de cor verde é melhor do que o dourado.

A ideia generalizada diz que a cor do azeite é fundamental na escolha. "Muitos consumidores preferem comprar azeites em tons verdes-dourados. E quando, visualizam azeites com colorações diferentes, acreditam que o produto esteja estragado. A crença de que o azeite amarelo é ruim, não é verdadeira visto que, os diferentes tons de azeite estão relacionados a variedade, as condições climáticas, a região e o ponto de maturação das azeitonas colhidas para a extração do óleo é que determinarão a cor", explica a especialista.

A cor do azeite indica a tonalidade da azeitona no momento de colheita e extração do azeite. A mudança na coloração deve-se ao processo de amadurecimento do fruto. Além disso, o estágio de maturação das azeitonas também interfere no sabor do azeite. No início da safra, normalmente as azeitonas estão mais verdes e, por isso, originam azeites mais amargos e picantes, já no fim da safra, normalmente os azeites são mais doces e suaves. O importante é saber o que diferencia um tipo de azeite do outro e como escolher o mais adequado para cada ocasião de uso, ou de acordo com a sua preferência particular de paladar.

3 - O azeite é como o vinho do Porto, melhora com o tempo.

Diferentemente do vinho, as características e as intensidades de sabor e aroma se mantêm melhor preservadas e são mais bem percebidas quando o azeite é "novo", ou seja, quando consumido em data mais próxima de sua fabricação. De acordo com a especialista, muitas propriedades do alimento são termo e fotossensíveis, ou seja, quando exposto constantemente a luz e ao calor, o azeite pode sofrer o processo de oxidação.

O azeite deteriora-se ao longo do tempo, estar exposto à luz ou ao ar e temperatura elevada provocam sua oxidação — por isso é melhor consumi-lo mais cedo do que mais tarde.

"Para manter por mais tempo suas propriedades o ideal fechar muito bem embalagem após o consumo, para evitar contato excessivo com o oxigênio, e guardar em um local fresco protegido de calor e luz excessiva", complementa.

4 - A acidez do azeite de oliva reflete no aroma e sabor.

Diferente do que muitos pensam, a "acidez" do azeite não está relacionada a sensação de sabor ácido que alimentos como, por exemplo, o limão proporciona. Segundo a nutricionista, "Não é possível sentir no paladar, o grau de acidez indicado na embalagem do azeite serve apenas para indicar a classificação do azeite".

Além disso, está relacionada ao teor de ácidos graxos livres da azeitona e só pode ser detectada por meio de testes laboratoriais. A acidez pode ser influenciada por alguns fatores, como qualidade da azeitona, pureza, maturação, estocagem e transporte, estando associada ao grau de degradação e oxidação do azeite. Levando isso em conta, um azeite com maior acidez apresenta maior oxidação e é nisso que se deve prestar atenção. Isso porque alguns produtos da oxidação de óleo são prejudiciais à saúde. Um azeite de boa qualidade não possui acidez maior do que 2% o que é o caso do portfólio Andorinha. As informações sobre a acidez do azeite, geralmente, podem ser encontradas no rótulo do produto.


Sobre a marca Andorinha - A marca Andorinha faz parte do Grupo Sovena. No Brasil, ela traz entre seus ingredientes mais de 90 anos de experiência e credibilidade. Os produtos Andorinha são produzidos de forma sustentável em Portugal em um Olival próprio e Lagar altamente tecnológico, a partir da seleção das melhores variedades de azeitonas.


Já tem um tempo, a editora do Blog Glamour e Felicidade, Chris Santos, participou de um evento de degustação de azeite. Neste post você poderá aprender mais sobre este rico líquido verde. Acesse aqui.