quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Receita de pão de queijo sem glúten e sem lactose

Pão de queijo é uma daquelas delícias que todo mundo gosta. Melhor ainda se for feito com ingredientes mais saudáveis. A marca Boa Terra apresenta pão de queijo sem glúten e sem lactose do chef Ipe Aranha, especializado em cozinha funcional. O profissional trabalha fazendo detox em casa de clientes no Brasil e EUA. Na composição, a receita traz ingredientes como ingredientes como mandioquinha e sementes de chia. Confere abaixo!

 


Ingredientes:  

·  500g mandioquinha cozida (amassada e sem casca);

·  500g polvilho azedo;

·  2 colheres de chá de sal marinho ou himalaya;

·  2 colheres de sopa de chia;

·  80 ml de azeite extravirgem orgânico;

·  Água em temperatura ambiente para acertar o ponto da massa.

 

Modo de preparo: 

Misture o polvilho com o azeite, sal e chia. Em seguida, adicione a mandioquinha e amasse bem. Vá incluindo aos poucos a água até a massa desgrudar das mãos. Depois é só colocar a mão na massa, fazer as bolinhas de 20g cada e assar. Coloque no forno a 200°C e deixe por aproximadamente 20 minutos.

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Água Doce ensina receita de bolo de banana maluco

 

Foto: Bruno Marconato

Cultivada em mais de 100 países, a banana é uma das frutas mais conhecidas no mundo, e no Brasil é a mais consumida.  Para celebrar o dia, a Água Doce Sabores do Brasil compartilha uma receita que conta com a fruta como protagonista.

Ingredientes:


8 bananas cortadas ao meio

4 ovos inteiros

½ xícara de óleo

100ml de creme de leite

2 bananas cortadas em rodelas

2 xícaras de açúcar refinado

2 xícaras de farinha de trigo

1 colher de chá de canela em pó

1 colher de sopa de fermento em pó

Calda de açúcar caramelada: 100g de açúcar + 200ml de água

 

Modo de preparo:


Unte uma forma e coloque as bananas cortadas no fundo, cubra com a calda feita com o açúcar e a água derretida em fogo baixo até obter consistência de caramelo. Reserve. Bata no liquidificador os ovos, o óleo, o creme de leite e as bananas. Adicione o açúcar, a farinha de trigo, a canela em pó e o fermento, e bata novamente. Coloque a massa batida na forma sobre as bananas e leve ao forno por 40 minutos.

 

Rendimento: 10 porções.

 

Fonte: Água Doce Sabores do Brasil.

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

O Câncer da Criança: a necessidade do diagnóstico precoce e o preparo dos nossos profissionais

* Dra. Silvia Brandalise


O mês de setembro é internacionalmente dedicado à conscientização do câncer da criança e do adolescente. Em setembro de 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS) proclamou sua “Iniciativa Global para o Câncer da Criança”, com o objetivo de se alcançar mundialmente até 2030, pelo menos 60% de cura para as crianças com câncer. Isso significa dobrar as chances de cura hoje obtidas, principalmente nos países de baixo e  de médio nível socioeconômico. 

A cada ano, cerca de 300 mil crianças com idades entre zero e 19 anos são diagnosticadas como portadoras de câncer. Avanços notáveis tenham sido obtidos nestas 3 últimas décadas nos países desenvolvidos, chegando-se a níveis de cura de 80% dos casos. No Centro Infantil Boldrini chegamos a este índice em alguns casos, mas essa não é a realidade nos países em desenvolvimento, onde a probabilidade de morte pela doença entre as crianças é quatro vezes maior comparando àquelas do primeiro mundo.

 

Várias são as razões envolvidas nas reduzidas taxas de cura do câncer pediátrico. Entre elas, o atraso no diagnóstico da doença, as elevadas taxas de abandono do tratamento, falta de acesso irrestrito aos medicamentos essenciais contra o câncer e deficiências da estrutura global dos centros cuidadores, em prover num mesmo local todas as estruturas necessárias para um bom e preciso diagnóstico.

 

Não resta dúvida de que se o médico pediatra não suspeitar do diagnóstico de câncer em seu paciente, este será o maior entrave para o sucesso do tratamento. Nos casos de tumor cerebral, por exemplo, estes atrasos chegam a vários meses após a queixa dos primeiros sintomas apresentados pela criança.  Todavia, só se pensa em câncer, quando se conhece o tema.

 

Recente levantamento nas 292 faculdades de Medicina credenciadas pelo MEC, 49 não disponibilizam a matéria Oncologia em suas grades. Analisando as 242 faculdades remanescentes,o tema é obrigatório em somente 46, sendo tema optativo em 13 faculdades e como oferta de estágio em três. Em outras palavras, em mais da metade das Faculdades de Medicina do Brasil o tema Oncologia não é ministrado de forma obrigatória no curso de graduação. A pergunta que emerge é: “como o médico vai suspeitar de câncer se ele não aprendeu este tema durante os 6 anos da graduação em Medicina?”

 

É digno de nota mencionar que a matéria Oncologia é oferecida de uma forma geral, com foco em pacientes adultos e idosos, cuidados paliativos, sendo agregada com a Hematologia em 13 instituições. O câncer da criança e do adolescente raramente é descriminado no conteúdo programático.

 

É surpreendente verificar que nestes últimos quatro anos, foram aprovadas mais 62 novas instituições de Medicina no Brasil, totalizando as 292 anteriormente mencionadas.Contudo, o tema Oncologia figurou no currículo bem aquém do esperado, nestas novas faculdades.

 

O estudante da graduação em Medicina não aprende sobre a epidemiologia do câncer da criança e do adolescente, os fatores de risco relacionados à doença, sobre os sintomas clínicos, como suspeitar e como diagnosticar a doença, estabelecer os diagnósticos diferenciais com outras patologias próprias desta faixa etária, desconhecendo, também, os fundamentos do tratamento e como encaminhar os casos suspeitos.

 

 O médico assim formado terá enorme dificuldade para suspeitar do câncer do seu jovem paciente.  Considerando-se que o câncer  tem uma incidência crescente na população pediátrica,  se reveste de alta relevância a inserção obrigatória deste tema nas faculdades das áreas da saúde.

 

O aprimoramento/capacitação dos profissionais de saúde, otimização dos recursos públicos, hierarquização das instituições para atendimento aos casos mais complexos são prerrogativas que nos estimulam a ousar buscar os 60% de cura para os jovens brasileiros com câncer. Mais do que sonhar, será necessário carregar a Bandeira atual da Sociedade Internacional de Oncologia Pediátrica (2018) onde se lê “Nenhuma Criança deve morrer de Câncer”.  Queremos isso para o nosso Brasil! Não para 2030, mas para bem antes.

 

Para alcançar a meta da OMS deveremos voltar a discutir com a Sociedade Civil, Universidades/Faculdades e o Poder Público sobre aquilo que ganhamos através dos tempos e o que perdemos. Devemos nos lembrar do provérbio africano, “If you want to go fast, go alone. If you want to go far, go together” (“Se você quiser ir rápido, vá sozinho. Se você quiser ir longe, vá junto”). A vida da criança é um bem maior!

 

* A Dra. Silvia Brandalise é fundadora e diretora do Centro Infantil Domingos A. Boldrini e do Centro de Pesquisas Boldrini. Professora aposentada do Departamento de Pediatria/FCM/UNICAMP e membro fundador da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica. Tem reconhecimento nacional e internacional na luta contra as doenças hematológicas e neoplásicas na infância e sempre lutou pelos avanços do tratamento buscando a cura e melhor qualidade de vida para esses pacientes.

 

 

Sobre o Centro Infantil Boldrini - Centro Infantil Boldrini − maior hospital especializado na América Latina, localizado em Campinas, que há 42 anos atua no cuidado a crianças e adolescentes com câncer e doenças do sangue. Atualmente, o Boldrini trata cerca de 10 mil pacientes de diversas cidades brasileiras e alguns de países da América Latina, a maioria (80%) pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Um dos centros mais avançados do país, o Boldrini reúne alta tecnologia em diagnóstico e tratamento clínico especializado, comparáveis ao Primeiro Mundo, disponibilidade de leitos e atendimento humanitário às crianças portadoras dessas doenças. www.boldrini.org.br

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Quadros e plantas: como combiná-los lado a lado

 Itens formam uma boa dupla quando compostos na decoração e podem ser explorados em qualquer ambiente

Entre as tendências pós-pandemia para a decoração, as plantas ganham lugar de destaque. Com mais tempo em casa, as pessoas estão sentindo a necessidade de se aproximarem da natureza, o que, muitas vezes, significa trazer com mais intensidade o verde para dentro dos cômodos. Já os quadros nunca saíram de moda, pois com eles é possível colocar personalidade na decoração: obras de arte, quadros abstratos, pinturas e fotografias compõem qualquer ambiente.


É possível unir no mesmo ambiente quadros e plantas para compor e dar vida a casa
Crédito: Ronaldo Ronan Rufino

“Unir esses dois elementos num mesmo espaço volta a ser uma tendência. Quadros em preto e branco, ou com poucas cores, perto ou ao lado de plantas, como folhas verdes ou mesmo natureza morta têm sido cada vez mais utilizados na decoração”, conta a arquiteta do Grupo A.Yoshii Andressa Bassinelli.

 

De acordo com ela, não existe uma regra de que quadros só devem ficar presos na parede ou em uma altura específica. É possível unir no mesmo ambiente quadros e plantas para compor e dar vida a casa. “Nesses casos específicos, onde quadro e planta compõem a decoração, a iluminação também colabora muito para deixar o ambiente mais harmonioso. Em móveis com divisórias é possível fazer esse jogo entre plantas, quadros e iluminação, por exemplo. Tudo isso pode estar no mesmo móvel ou em um cantinho da casa. Quadros na altura da cama ou em cima de mesas ou móveis dividindo espaço com vasos de plantas já são tendência, como utilizados nos apartamentos decorados de nossos showrooms da A.Yoshii”, explica.

 

É preciso observar as proporções, o tamanho da parede e dos quadros para combiná-los lado a lado
Crédito: Ronaldo Ronan Rufino

Quadros e plantas podem estar presentes em diversos cômodos da casa, seja nos quartos, escritórios (bastante vistos agora, com o aumento do home office), varandas, salas de jantar e estar. A arquiteta traz três dicas importantes sobre essa composição: 

 

Altura quadros e plantas

 

Não existe uma altura ideal para posicionar os quadros decorativos, porém, eles precisam compor o ambiente. “É preciso observar as proporções, o tamanho da parede e dos quadros, paleta de cores e a decoração como um todo. O mesmo vale para as plantas. Temos locais com plantas grandes e quadros também grandes, mas colocados em cima de móveis. Também é possível colocar próximo à cama pequenos vasos de plantas, que combinam com quadros também pequenos”, explica.

 

Distância quadros e plantas

 

A distância entre eles vai depender do ambiente e do espaço onde estão distribuídos. “Quando se trata de quadros decorativos, a imaginação não tem limite. É possível, inclusive, posicioná-los no chão, apoiados em móveis, prateleiras altas e baixas e levemente sobrepostos um ao outro. Para obras de arte, o ideal é manter na altura dos olhos do observador ou em posição de destaque. Para compor  quadros com  plantas é importante lembrar de não deixar a planta escondendo o quadro: observe sempre a distância ideal, para que os dois objetos possam ser apreciados”, explica.

 

A distância entre quadros e plantas vai depender do ambiente e do espaço onde estão distribuídos
Crédito: Ronaldo Ronan Rufino

Iluminação

 

“É preciso lembrar que existem luminárias específicas com foco e lâmpadas para a conservação de plantas ou, no caso quadros, e iluminação específicas para destaque e conservação de obras de arte. O projeto luminotécnico deve seguir a intenção que se quer dar às peças. Pode ser iluminação com foco ou iluminação indireta do ambiente”, ressalta.

 

Veja nesse post quais são as plantas mais indicadas para ambientes internos

sábado, 5 de setembro de 2020

Resenha: Antepasto artesanal de abobrinha da Manu Berinjela

 

Nessa quarentena, eu estou mais comprando do que fazendo quitutes. Eu participo da rede Dots e vi o anúncio da Manu Berinjela e resolvi comprar, depois de algum tempo de namoro dos antepastos no instagram. O primeiro que experimentei foi antepasto artesanal de abobrinha, uma delícia. 

A abobrinha se desmancha na boca e o resultado ficou bem diferente em comparação de uma receita que fiz uma vez e postei no blogPimentão, cebola, tomate, azeite, alho, uva passa e, o que me surpreendeu, amendoim, que confere crocância.  Um toque de acidez bem leve e a abobrinha não parece que foi assada. Comprei o frasco de 500g, mas a Manu vende um de tamanho menor.

Você tem uma receita de antepasto para compartilhar? Devo ter outros posts de produtos que comprei, como o antepasto de berinjela e a sardela, que ainda não comi.




 




quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Por que a série The Fix, com Robin Tunney (The Mentalist), não deu certo?

Quando uma atriz faz muito sucesso, como Robin Tunney no papel de Teresa Lisbon (The Mentalist), a gente fica na expectativa de seu retorno em outra série. 

Em 2019, Robin veio no papel principal em The Fix, uma série jurídica do canal ABC, como a personagem Maya Travis, uma advogada de Los Angeles que sofre uma derrota devastadora ao processar um o ator Sevvy Johnson por homicídio duplo da mulher e de uma amiga - personagem vivido por  Adewale Akinnuoye-Agbaje. 

Maya resolve, então, abandonar a carreira e adotar um estilo de vida mais simples em outra cidade, com direito a fazenda, cavalos e um namorado. Oito anos mais tarde, quando a mesma celebridade está sob suspeita de outro assassinato, Maya Travis é atraída de volta ao escritório da promotoria para outra chance de fazer justiça, ao investigar o assassinato e poder acusar Sevyy. Esse é o resumo da história da primeira e única temporada de The Fix. 

Voltando a pergunta do título desse post: por que a série não emplacou? Em minha avaliação, pela falta de alguns elementos que dão molho às séries policiais e de investigação: bons romances, humor e tiroteios.  

Até tentam resgatar o relacionamento amoroso que Maya teve no passado com o personagem Matthew Collier, também promotor ambicioso vivido pelo ator Adam Rayner (foto abaixo) - já casado nesse etapa da história. Mas, não rolou. 


Nem o namorado que deixa a fazenda e vem ao encontro de Maya em Los Angeles, a fim de fazê-la desistir de reassumir como promotora, faz a série esquentar. Tudo fica meio morno episódio após episódio. 

Evidente que a gente fica esperando pela revelação de quem é o real assassino - culpa que recai sobre Sevvy , seus filhos e uma ex-esposa. 

Caso você já tenha assistido The Fix, deixe seu comentário. Se ainda quiser assistir, meu conselho: não tenha grandes expectativas.

Aproveite que está no blog e veja o post: Por que o seriado Shades of Blue é uma série ruim?

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Resenha de cheesecake e quiche de cogumelos da Hepa Gastronomia

Recentemente, eu recebi um release da Hepa Gastronomia, um restaurante da região da Berrini (Brooklin) e resolvi conhecer os pratos que eles entregam pelo delivery, criado por conta da pandemia do coronavírus, a casa mudou seu foco e concentrou seu negócio na venda de tortas e quiches congeladas.

A cheesecake vem mesmo douradinha por fora e cremosa por dentro. Eu escolhi a calda de frutas vermelhas, que agrega um toque de acidez. Fresca, leve e com massa crocante de biscoito. Adquiri a de 6 fatias generosas. 


Comprei também a torta de cogumelos (shitake e shimeji) com cobertura leve de cream cheese (fica parecendo uma espuminha). O tamanho é bem bom e esquentei durante 20 minutos no forno. Fiz outras compras, mas ainda não comi. Mas, acredito que serão bem gostosas, como estas que já experimentei. 



A entrega ocorreu conforme combinado e que veio entregar foi um dos sócios do restaurante (soube agora ao escrever esta resenha). 




Serviço Hepa: 

Endereço: Rua Anésio Pinto Rosa, 78, Brooklin 

Take away e delivery pelo WhatsApp: (11) 98326-3215 ou pelo app: https://www.goomer.app/hepa

Pedidos também pelo iFood 

Instagram: @hepa.gastronomia 

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