domingo, 16 de agosto de 2020

O que esperar do seriado PONTO CEGO?

Sou fã de seriados policiais e de investigação. E, nos últimos tempos descobri que tenho visto mais séries do que imaginava. Por isso, resolvi comentar um pouco sobre elas aqui no blog

Uma das descobertas nessa área que fiz, logo que assinei Netflix, foram as três temporadas de PONTO CEGO, quando a personagem que será chamada como Jane Doe (Jaimie Alexander) é encontrada dentro de uma sacola no meio da Times Square, sem memória e com o corpo inteiramente tatuado.  O nome do seriado no Brasil tem relação direta com aquele área em torno de um veículo que não conseguimos enxergar, mas pode ter algo que nos coloca em risco.

A foto abaixo traz os principais personagens: Jane Doe, Kurt Weller (Sullivan Stapleton), Edgar Reade (Rob Brown), Tasha Zapata (Audrey Sparza) e Patterson (Ashley Johnson), que trabalham no FBI e terão que desvendar o mistério de Jane e de suas tatuagens (ao continuar a ler, encontrará alguns spoilers).   

 










Jane Doe recupera lentamente à memória, enquanto a equipe vai desvendando as tatoos, especialmente por causa do conhecimento da loirinha Patterson, a CDF do grupo que sabe muito de tudo: de química, de história, de desenvolvimento de sistemas, de física etc etc.

Desde os primeiros episódios, Jane demonstra ter treinamento especial, como se fosse um membro do exército ou de outra força militar, pois é poliglota, sabe bater, atirar e se integra à força-tarefa da investigação, arriscando a vida várias vezes.

Ponto Cego tem traição dentro do próprio FBI; tem romance e separações entre Jane Doe e Kurt Weller; e entre Reade e Zapata ao longo das temporadas, além de muitos tiroteios, lutas, explosões e conspiração. 

Kurt e Jane

Tudo isso acontece enquanto a equipe (com Jane Doe) salva o mundo de ameaças como os cientistas que querem lançar sobre o mundo um vírus mortal (seria o Sars-Cov-2?); desvendar células de espiões russos; salvamento de reféns de um avião desaparecido, entre outras aventuras explosivas e cheias de perseguições.   

Das temporadas, as que mais gostei foram as duas primeiras, enquanto ainda tinha um pouco mais de suspense em torno da identidade de Jane, de sua real missão e dos mistérios que a envolve.

Vela destacar a atuação do ator Ennis Esmer, que vive o personagem Rich Dotcom, que entrou como um vilão em um dos episódios da primeira temporada, que possui um profundo conhecimento em tecnologia da informação, faz outras aparições na série e se torna consultor do FBI na terceira temporada - vai ajudar Patterson na parte científica dos casos (além de ter um segredo entre eles). O personagem Rich Dotcom traz um pouco de humor, com suas tiradas e seu relacionamento gay.


Ennie Esmer à esquerda

Uma participação especial na série foi a da atriz Archie Panjabi, que ficou conhecida pela personagem Kalinda Sharma em The Good Wife, no papel Nas Kamal, chefe de uma divisão secreta da NSA, Agência de Segurança Nacional, acompanhava o caso de Jane Doe à distância. Ela entra no primeiro episódio em grande estilo: em um big helicóptero, em busca de Kurt e equipe. De Kalinda, Nas mantém o visual com roupas escuras e as botas longas.



Assisti também a quarta temporada (ameaçada de não correr por causa da baixa audiência de Ponto Cego. Eu pensei que não fosse ter uma quarta) e soube que tem uma quinta e última, que ainda não foi lançada pela Netflix no Brasil. 

Creio que as 5 temporadas são mais que suficientes para esgotar a história de Jane. Aguardarei para vê-la. Se gosta de ação, traição, mistério, crises nas famílias (como a relação desequilibrada de Kurt com o pai), e romance, assista a Ponto Cego.




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