quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Aprenda a preparar um delicioso Purê de Macaxeira e Carne-de-sol

De sabor forte e marcante, as comidas típicas do Nordeste são uma delícia e merecem um espaço no seu cardápio. Olha só esta receita que a Nestlé preparou. Aproveite!

Purê de Macaxeira e Carne-de-sol

Ingredientes


• 500 g de carne-de-sol dessalgada
• 400 g de macaxeira descascada
• 2 tabletes de MAGGI® Caldo Carne
• 3 xícaras (chá) de leite quente
• 1 colher (sopa) de óleo
• meia cebola picada
• 1 tomate sem pele e sem sementes picado
• queijo parmesão ralado para polvilhar


Modo de preparo


  1. Em uma panela de pressão, coloque a carne seca para cozinhar, por cerca de 40 minutos, após iniciar a fervura.
  2. Desligue o fogo, espere sair a pressão e abra a panela.
  3. Escorra a água e desfie a carne. Reserve.
  4. Na panela de pressão, cozinhe a macaxeira por cerca de 20 minutos após fervura.
  5. Desligue o fogo, espere sair a pressão e abra a panela.
  6. Escorra a água e bata metade da macaxeira no liquidificador com o Caldo MAGGI dissolvido no leite e reserve.
  7. Em uma panela, aqueça o óleo e refogue a cebola e a carne. Adicione o creme de mandioca batido, o restante da mandioca cozida picada e o tomate, mexa bem.
  8. Despeje em um refratário retangular (20 x 30 cm) untado, polvilhe o queijo ralado e leve ao forno médio (180°C), preaquecido, por cerca de 10 minutos ou até dourar.
  9. Sirva a seguir.


Outra receita interessante é o Escondidinho de Abóbora com Carne Seca. Vale a pena conferir!

quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Doritos Wasabi é bom? Vou contar para você!

Não sou muito de comer salgadinhos, mas se tem uma marca que sempre tem lugar cativo no meu carrinho de compras é Doritos. Fico de olho nos novos sabores e na versão que mais gosto, o Sweet Chilli. 

Recentemente, fui ao supermercado Extra e me deparei com aquele coisinha extraordinariamente verde: o Doritos Wasabi. Confesso que fiquei em dúvida, pois não sou fã de wasabi, mas a curiosidade e o desejo de experimentar falaram mais alto. 


Mergulhei nesse mundo verde e a conclusão foi que esse Doritos tem mesmo gosto terroso e apimentado do wasabi, além da cor verde "abacate". Essa versão é bem indicada para quem ama wasabi. Acho que não vai se decepcionar. 


Doritos Wasabi é bom? Se você gosta deste tempero, aproveite a novidade de Doritos (eu vou continuar com a minha Sweet Chilli rsrs).  

   

Chá com sake? Veja receita para aquecer nos dias frios

Um chá é uma bebida bem-vinda nos dias frios. Mas, como inovar? A Azuma Kirin indicou esta receita que mistura chá com sake que aquece da cabeça aos pés! 

Confira:

Azuma Hot Tea

Ingredientes


2 Colheres de Açúcar Mascavo
30ml Limão Espremido
70ml Sake Azuma Dourado
90ml Chá de Jasmim Fresco
2 dentes de cravo

 

Modo de preparo


Coloque o limão, o cravo e o açúcar em um copo ou xícara. 
Aqueça delicadamente o saquê em uma panela, cuidado para não ferver. Despeje o sake no copo e complete com chá de jasmim. Se desejar, adicione 3 ou 4 fatias finas de limão.


Obs: O chá pode ser substituído para outro de seu gosto, uma sugestão é o chá misto de Melissa & Flor de Laranjeira.


Quer conhecer mais sobre esta bebida e como harmonizá-la na gastronomia? Então, é só clicar aqui

terça-feira, 19 de outubro de 2021

Receita de Parafuso ao Carbonara de Ervas é a sugestão do dia

Geralmente, quando se pensa em uma receita diferente e saborosa, vem à mente um prato difícil, que consome longo tempo na cozinha. Para facilitar e agilizar, a dica é a uma receita de Parafuso ao Carbonara de Ervas, desenvolvida pela Adria, que tem sabor único, graças à união entre a salsa, o manjericão e o tomilho. Prático de fazer, fica pronto em apenas 30 minutos.

Para ganhar agilidade nesta receita e em tantas outras que produza, separe os ingredientes e utensílios que vai usar e na ordem que irá precisar. Desta forma, é possível seguir a receita sem perder tempo e com a certeza de que não falta nada.

Confira a lista abaixo, separe os ingredientes e mão à obra no preparo do Parafuso ao Carbonara de Ervas. Bom apetite!

Parafuso ao Carbonara de Ervas


Ingredientes:

Molho
1 colher (sopa) de azeite
1 cebola pequena picada
1 dente de alho picado
5 gemas
500 ml de creme de leite fresco
1 xícara (chá) de ervas frescas picadas (salsa, manjericão e tomilho)
Sal a gosto
2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado

Massa
1 colher (sopa) de sal
1 embalagem de Parafuso Adria

Modo de Preparo:

Molho:
Aqueça o azeite, refogue a cebola e o alho.
- Aos poucos, junte as gemas ligeiramente batidas com o creme de leite e cozinhe, sem parar de mexer, por 1 minuto.
- Tempere com o sal, adicione as ervas, mexa e desligue o fogo. Reserve.

Massa:
Em uma panela grande, ferva 5 litros de água com o sal.
- Cozinhe a massa durante o tempo indicado na embalagem ou até que esteja “al dente”, ou seja, macia, porém resistente à mordida.
- Escorra imediatamente, acrescente ao molho e misture bem para que toda a massa fique bem envolvida pelo molho.
- Polvilhe o parmesão e sirva em seguida.

Rendimento: 6 porções

Tempo de preparo: 30 minutos

A receita de Macarrão gratinado com cheddar e bacon é outra opção de dar água na boca. Confere lá!

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Segundo pesquisa Datafolha, pacientes com doenças pulmonares raras podem demorar até cinco anos para o diagnóstico correto

Pesquisa inédita “Panorama das doenças pulmonares raras no Brasil” apresenta perfil de pacientes e revela sua longa e sofrida jornada dos primeiros sintomas até o tratamento 

A Boehringer Ingelheim e o Datafolha lançam a pesquisa inédita “Panorama das doenças pulmonares raras no Brasil”. O levantamento revela a realidade de brasileiros que convivem com Fibrose Pulmonar Idiopática (FPI), Esclerodermia com acometimento pulmonar (DPI-ES) e outras Doenças Pulmonares Intersticiais (DPIs). “A pesquisa evidencia que um paciente com DPIs, por exemplo, pode demorar até cinco anos para receber o diagnóstico correto, o que deixa claro o impacto da doença na qualidade de vida das pessoas com essas condições”, destaca a Dra. Thais Melo, diretora médica da Boehringer Ingelheim Brasil. O objetivo da pesquisa ao trazer novas informações sobre essas doenças pulmonares é entender a jornada dos pacientes, dos sintomas iniciais até o tratamento, contribuindo para aprimorar o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.  

A pesquisa ouviu 101 médicos, 90 pacientes e 50 cuidadores[i]. As mulheres são a maioria (78%) dos pacientes entrevistados, com 51 anos de idade em média. Cerca de oito em cada dez não são economicamente ativas, o que pode acontecer pelo acometimento pulmonar que as doenças podem causar. Entre as limitações geradas pelas doenças pulmonares raras o esforço físico é a mais citada pelos pacientes: 69% apresentam limitações nas atividades físicas e 33% nas atividades domésticasi. Entre os principais fatores de risco das doenças, 42% dos pacientes disseram que fumaram, ou tiveram contato passivo com tabagismoi. Os fatores de risco citados por pacientes e cuidadores são exposição à fumaça e produtos químicos (93% pacientes e 80% cuidadores) i. “Alguns tipos de doenças pulmonares intersticiais têm como fator determinante o contato com produtos químicos, como a amônia, asocianatos e metais pesados” explica o Dr. Adalberto Rubin, chefe do Serviço de Pneumologia da Santa Casa de Porto Alegre. 

 

Entre principais sintomas, foi quase unânime (97%) que as pessoas com as doenças avaliadas apresentaram ou apresentam cansaço, fadiga ou fraqueza e 96% falta de ari. A tosse é outro sintoma muito comum, presente em 81% dos pacientesi. Perguntados sobre os desafios durante sua jornada, em média 36% dos pacientes com FPI, DPI-ES e outras DPIs afirmam que a etapa mais longa foi entre o diagnóstico e o início do tratamentoi. Em seguida o tempo entre a suspeita da doença, a solicitação e a realização de exames específicos (26%)i. Já do ponto de vista médico, a etapa mais longa da jornada do paciente é o pré-diagnóstico. Por se tratarem de doenças raras e pouco conhecidas, em média, 35% das pessoas com as doenças abordadas passaram por cinco ou mais médicos até o diagnóstico corretoi. “A escassez de informações sobre o tema reflete na demora para o diagnóstico. Por isso, é de suma importância difundirmos informações desde médicos não especialistas até a população em geral”, enfatiza a Dra. Carolina Muller, reumatologista e professora da Universidade Federal do Paraná. Apesar da demora, 96% dos pacientes citam a tomografia de tórax em alta resolução com maior frequência como exame realizado para receber o diagnóstico i

 

Após o início do tratamento, manter as consultas regularmente é de suma importância. Principalmente quando os dados apontam que 23% das pessoas com DPI-ES e 17% daquelas com FPI disseram que a doença piorou em menos de um anoi

 

Dos sintomas ao diagnóstico 

No caso da FPI, a média de tempo para diagnóstico é de três anosi. Segundo os médicos, 68% dos pacientes com DPI-ES demoram um ano até o início do tratamento e 42% relatam uma demora de quase quatro anosi. Em outras DPIs, 28% dos pacientes demoraram mais de quatro anos até o diagnóstico correto e a média de idade em que foram diagnosticados é 43 anosi.  

Entre esses pacientes, 10% afirmaram que a piora ocorreu em dois anosi. Sobre contato com mofo que pode ocasionar um dos tipos mais comuns de DPI, a pneumonia por hipersensibilidade, 36% dos pacientes com DPIs tiveram ou têm contato constante com mofoi. 

 

Campanha #FocaNoFolego 

A pesquisa realizada pelo instituto de pesquisa Datafolha, encomendada pela Boehringer Ingelheim, é a ação inicial para o lançamento da campanha “Foca no Fôlego”, que tem como objetivo ampliar o conhecimento e a conscientização sobre FPI, DPI-ES e outras DPIs. Doenças raras, sem cura e com diagnóstico complexo por conta da falta de informação. 

As DPIs pertencem a um grupo de condições raras que abrangem mais de 200 doenças[ii]. Muitas podem levar a uma cicatrização irreversível do tecido do pulmão (fibrose), que afeta negativamente a função do órgão, comprometendo a capacidade respiratória  i [iii]. A FPI é uma doença grave, de causa desconhecida (idiopática), não tem cura, mas tem tratamento e pertence ao grande grupo das DPIs. Crônica e progressiva, ou seja, piora ao longo do tempo e causa a ocorrência de uma dificuldade de passagem do oxigênio para o sangue, ao reduzir a superfície de troca de ar dos pulmões[iv] . A esclerodermia afeta os pequenos vasos sanguíneos, a pele e as articulações, podendo evoluir para perda de função de órgãos internos, sendo o pulmão um dos mais acometidos [v]. 

 

Atualmente, existem poucos dados significativos sobre FPI, DPI-ES e outras DPIs, principalmente sob as perspectivas de médicos, pacientes e cuidadores, que são diretamente impactados por essas condições. A campanha, juntamente com a pesquisa, vai alterar esse cenário, pois, com base nos dados levantados, uma série de ações serão realizadas para aumentar a discussão sobre o tema e dar voz a esses pacientes. 

 

Por serem patologias raras, é difícil encontrar informações claras e confiáveis sobre Fibrose Pulmonar Idiopática, Doenças Pulmonares Intersticiais em geral e Esclerodermia. Isso faz com que a jornada dos pacientes, dos primeiros sintomas até o tratamento correto, seja longa e sofrida.​ 

“A pesquisa é fundamental para evidenciarmos a longa jornada dos pacientes até o diagnóstico correto e trazer reflexões importantes sobre a necessidade de médicos, pacientes e cuidadores obterem mais informações sobre enfermidades raras e nortear médicos e associações médicas em ações de conscientização” diz a Dra. Thais Melo. 


 


[i]Pesquisa Datafolha: Panorama das doenças pulmonares raras no Brasil. População Brasileira – Médicos PM745174. abril e maio de 2021 

[ii] Cottin V, Hirani NA, Hotchkin DL, et al. Presentation, diagnosis and clinical course of the spectrum of progressive-fibrosing interstitial lung diseases. Eur Respir Rev. 2018;27(150)180076. 

 

[iii] British Lung Foundation. What is pulmonary fibrosis? Disponível em: https://www.blf.org.uk/support-for-you/pulmonaryfibrosis/what-is-pulmonaryfibrosisÚltima atualização: agosto de 2019.Acessado em julho de 2021. 

 

[iv] Raghu G, Remy-jardin M, Myers JL, et al. Diagnosis of Idiopathic Pulmonary Fibrosis. An Official ATS/ERS/JRS/ALAT Clinical Practice Guideline. Am J Respir Crit Care Med. 2018;198(5):e44-e68. 

 

[v]Sociedade Brasileira de Reumatologia. Esclerose Sistêmica: Cartilha para Pacientes. Disponível em https://abrapes.org.br/wp-content/uploads/2018/06/cartilha-esclerose-sistemica.pdfAcessado em julho de 2021. 



Aqui tem outra matéria que pode ser muito interessante, porque aborda dieta alimentar e respiração. 

quarta-feira, 13 de outubro de 2021

Mini Acarajé

 Aprenda a elaborar esta receita que a @Nestlé compartilhou com o Glamour e Felicidade. Aproveite.

Ingredientes

Bolinho


• 500g de feijão-fradinho demolhado
• 1 cebola grande picada
• 2 sachês de MAGGI® Tempero e Sabor Feijão
• 1 xícara (chá) de azeite
• 1 xícara (chá) de óleo

Recheio


• 1 colher (sopa) de óleo
• 1 dente de alho amassado
• 1 cebola picada
• 500g de camarão médio limpo
• 1 colher (sopa) de farinha de trigo
• 4 tomates, sem pele sem sementes, picados
• 1 colher (chá) de sal
• 1 colher (sopa) de cheiro-verde picado


Modo de preparo


Bolinho


Descasque o feijão demolhado e bata no liquidificador com a cebola e o MAGGI Tempero e Sabor.
Despeje em um recipiente grande e, com uma colher de cabo longo, bata a massa até que fique ficar massa encorpada.
Em uma panela funda, aqueça o azeite com o óleo.
Porcione bolinhos de massa e frite-os. Coloque-os em um prato com papel absorvente e reserve.


Recheio


Em uma panela, aqueça o óleo e doure o alho e a cebola.
Acrescente o camarão, a farinha de trigo e o tomate. Acrescente o sal e finalize com o cheiro verde.


Montagem


Abra os bolinhos e recheie com o camarão. Sirva.



Aproveite e confira a receita de Tapioca com Carne Seca e Creme de Queijo Coalho.



segunda-feira, 11 de outubro de 2021

7 maneiras de apoiar a imunidade das crianças

Confira as orientações de especialistas para manter a saúde dos pequenos em dia enquanto ainda não podem ser vacinados contra a covid-19

No Brasil, a vacinação contra a covid-19 já alcançou todas as faixas etárias de adultos e começa a avançar para adolescentes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que mais estudos sejam feitos para confirmar a segurança e eficácia das vacinas disponíveis em crianças de 0 a 12 anos.

Para a enfermeira do Colégio Marista Santa Maria, Meira Marques, enquanto os pequenos ainda não estão sendo vacinados, é importante manter a saúde em dia e a imunidade em alta. “Hábitos de higiene pessoal, fazer exercícios regularmente, se alimentar e dormir bem são formas de manter o sistema imunológico em dia”, orienta.

“A prevenção da covid-19 depende de um esforço coletivo. É importante que a população que pode ser vacinada cumpra o calendário sugerido pelas autoridades locais”, afirma Viviane Hessel, infectologista do Hospital Marcelino Champagnat.

Confira as orientações para estimular a saúde e a imunidade das crianças:

Enquanto crianças ainda não estão
sendo vacinadas, é importante manter
 a imunidade em alta
Créditos: Envato
Siga os cronogramas de imunização
Muitas doenças já foram erradicadas por meio de vacinação no Brasil, como a varíola e a poliomielite, por exemplo. Para que continuem assim, é preciso seguir o cronograma de vacinação indicado para crianças e adolescentes e, dessa forma, se prevenir de doenças como varicela, gripe, sarampo e muitas outras.

Estimule a higiene pessoal
Hábitos simples como lavar as mãos com frequência, proteger com lenço descartável o nariz e a boca ao tossir e espirrar, ou usar a dobra do cotovelo, e manter o distanciamento social ganharam importância quando o assunto é prevenção. Além de prevenir a contaminação da covid-19, essas atitudes também evitam outras doenças virais.

Faça um arco-íris no prato
Uma nutrição balanceada é extremamente importante quando o assunto é saúde, independentemente da idade. Para os pais, a primeira dica é dar o exemplo às crianças para que elas sigam hábitos saudáveis. Nas refeições, vale sempre oferecer pelo menos uma opção de vegetal e para os lanches, as frutas e opções saudáveis devem ser as principais sugestões.

Priorize o sono
Manter uma rotina saudável de sono é essencial para o sistema imunológico e o desenvolvimento das crianças. Determinar uma rotina em casa e se manter nela ajuda as crianças a entrarem no ritmo e entenderem o que acontece durante o dia. Pesquisas indicam que as horas de sono têm sido reduzidas ao longo dos anos e isso pode influenciar no humor, no estresse e até no crescimento dos pequenos.

Rotina reduz o stress
Estresse não é algo que acontece somente com adultos. Mudanças na rotina, discussões e ambientes não harmônicos podem gerar estresse nas crianças e com isso afetar sua imunidade, assim como acontece com os mais velhos. Criar uma rotina e estabelecer horários de acordar e dormir, refeições em família e horário para brincar é benéfico para a saúde mental dos filhos.

Brincadeiras do lado de fora
A pandemia restringiu bastante as possibilidades de interação social e brincadeiras fora de casa. Mas com a queda dos casos, vem também a maior possibilidade de brincar e interagir em segurança. Correr, brincar e fazer exercícios ao ar livre libera substâncias químicas que reduzem o estresse e melhoram o humor, o que reforça o sistema imunológico.

Conte com a mãe natureza
Inúmeras pesquisas comprovam os efeitos benéficos da natureza e das áreas verdes para crianças. Estar em contato com áreas naturais, seja em praças, parques ou pequenas viagens perto da cidade, contribuem para o desenvolvimento, foco e criatividade, saúde mental e imunidade das crianças. Sempre que possível, vale a pena pisar na grama e explorar o que a natureza tem a oferecer.

A saúde ocular infantil também já foi tema de post aqui no Glamour e Felicidade. Clique aqui e saiba quando os cuidados com os olhos devem começar.