quinta-feira, 15 de abril de 2021

Os "pobres" proprietários que participam de ‘Ame-a ou Deixe-a Vancouver’

Assistir alguns programas de reforma e decoração pode se tornar um vício, em minha opção, e eu já fiquei viciada em  c, apresentado pelos simpáticos apresentadores Jillian Harris e ‎Todd Talbot, exibido no canal pago Discovery Home & Health. Eles estão sempre sorridentes, são bem-humorados e elegantes. 



Ao longo das temporadas, Jillian teve seus dois filhos. Então, é comum vê-la grávida em vários episódios e até mesmo seu marido Justin Pasutto trabalha no programa como o empreiteiro que gerencia a reforma. Apesar de Todd falar da família e das crianças, só me lembro de ter visto um dos filhos dele uma vez.  

No programa, Jillian tenta convencer os moradores a ficarem na casa após uma reforma cheia de desafios, enquanto Todd procura novas propriedades para o casal comprar. No fim, os moradores precisam resolver se ficam na casa ou adquirem uma outra residência.

Meu vício no programa não me impede de ver o triste situação #sqn dos moradores que participam pois, apesar deles reclamarem, todas as casas que possuem costumam ser grandes, com metragem que varia de 120 a 250m², algumas até com sótão e porão habitáveis e que só precisam mesmo de um reforma. É muito fácil perceber que muitas dessas famílias já são proprietárias de "casas dos sonhos", do que no Brasil são moradias de classe média alta, mas estão insatisfeitos.



Muitos dos participantes cometem erros e são mesmo desorganizados, mas transferem o problema para as casas. Interessante ver ainda que eles "culpam" e se "revoltam" com Jillian quando ela esbarra com problemas estruturais que precisam ser resolvidos, o que inclui obras como a troca do telhado ou atualização da parte elétrica. A solução dos problemas impacta no orçamento e na necessidade de abrir mão de partes da reforma. Alguns só faltam sapatear.

Eu costumo sentar, assistir, rir e resmungar com orçamentos de reformas de 150 a 170 mil dólares ou de compras de casas na faixa dos 2 milhões de dólares. O pedido de um closet enorme, do banheiro com pia dupla, a tal cozinha em conceito aberto e com uma linda ilha. E as paredes de drywall que vão rapidinho ao chão. 

Todos querem um projeto moderno para a família. Me pergunto, em várias ocasiões, como os pais vão manter os sofás brancos, quando a família tem crianças pequenas. Deveria ter o pós-reforma para vermos como ficou a casa reformada e mobiliada alguns meses depois. 

‘Ame-a ou Deixe-a Vancouver’ coloca em cena as reclamações dos novos ricos e emergentes do Canadá, um outro padrão de consumo. Você já assistiu algum episódio? Conta o que acha e a razão de assistir. 


4 comentários:

  1. Assisto todos os programas. Acho o Tody muito divertido. A Jilian tem muito bom gosto. As casas ficam incríveis. Só não entendo porque todas casas tem um problema sério. Nunca assisti um episódio que ela faz tudo que precisa. As casas do Tody também são incríveis.

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    1. As casas da Jillian apresentam problemas de manutenção, pois qual dono refaz a parte elétrica ou se preocupa em conseguir autorização da prefeitura antes de fazer os "puxadinhos"? As casas são enormes e os donos querem sempre mais do que o orçamento permite. No caso do Toddy, as casas quase sempre ficam acima do orçamento inicial. Os dois são muito divertidos. O Ame-a ou deixe-a da Austrália não tem a mesma graça.

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  2. Adoro ver este programa, não perco um episódio.

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