terça-feira, 29 de setembro de 2020

5 plantas para melhorar a energia do lar

 


Veja como escolher as folhagens certas por meio da Fitoenergética para ter um ambiente com harmonia e equilíbrio

 

Elas servem para perfumar, embelezar e até mesmo para alimentar. Mas o que a maioria das pessoas não sabem é que as plantas são úteis também para equilibrar os ambientes da casa e do quintal. A energia vital das plantas é um poderoso instrumento para promover o bem-estar. Escolher as folhagens certas para compor a decoração do lar é uma forma de aliar saúde com decoração.

 


Uma das formas mais conhecidas de promover essa harmonia é com a Fitoenergética. A professora, filósofa, escritora best-seller e pesquisadora da área, Patrícia Cândido, explica que isso é possível de uma maneira muito simples e prática. E os benefícios são muitos como restaurar o equilíbrio, controlar as emoções e elevar a consciência. 

 

Vale lembrar que a Fitoenergética tem a validação do Ministério da Saúde e está relacionada como uma das Práticas Integrativas e Complementares do SUS. Ficou curioso? Veja abaixo cinco opções de plantas para se ter em casa e obter todos os benefícios:

 

Alecrim

Acessa os registros akáshicos (relacionados a emoções passadas), libera traumas, medos e outros aspectos negativos registrados no Ser e que estão “adormecidos”. Gera vontade de mudar e conhecer o novo; incentiva a pessoa a ter sabedoria para viver e amar. Além de ser um ótimo tempero, ideal para estar sempre à mão na bancada da cozinha. 

Ipê-roxo

Ideal para ter no quintal de casa, em um bosque ou no jardim, repousar sobre ele e contemplar sua beleza. Por gerar sono ajuda a desacelerar a mente e aumenta a conexão e absorção de energia vital pelo corpo. Tem efeitos antiestresse, anti-insônia e calmante contra o nervosismo e a hiperatividade. É um poderoso relaxante indutor do sono e ajuda a conectar com esferas superiores. Para pessoas “calorentas”, gera uma sensação de resfriamento muito agradável no corpo. 

Lavanda

Uma forte tendência na decoração, principalmente dos quartos por trazer a sensação de suavidade, frescor e relaxamento. Incentiva a esperar a hora certa para dizer as coisas, gera paz interior e favorece a pessoa que precisa lidar com muitas coisas ao mesmo tempo – sem gerar estresse. Também ajuda a planejar bem o futuro e a criar visão estratégica da vida. 

Arnica

Pouco explorada em ambientes internos, mas uma boa opção para compor os jardins e ainda por cima ajuda a afastar os insetos. Com a Fitonergética ela é poderosa para desobstruir os canais energéticos, estimular a circulação sanguínea e a imunidade física. Ótima cicatrizante, reduz o tempo de recuperação física em casos de pós-cirurgia. 

Jasmim

Com um aroma bastante persistente, o Jasmim é muito eficaz em casos de ansiedade e insônia. Uma planta que pode estar dentro ou fora de casa. Nos estudos da Fitoenergética constatou-se que ela purifica e desintoxica o organismo. É um vegetal indicado para quem quer a perfeição. Atua contra vícios como cigarro, álcool, drogas e jogos.

 


FICHA TÉCNICA

Título: Fitoenergética - Edição Comemorativa de 15 anos

Subtítulo: A energia das plantas no equilíbrio da alma

Autor: Bruno Gimenes

ISBN: 978-85-64463-63-9
Preço: R$ 99,90

Páginas: 400
Formato: 16x23cm
Link de vendahttps://bit.ly/fito_energetica

 

Sinopse do livro: Há 15 anos nascia a Fitoenergética, um sistema natural
de cura que ajuda os seres vivos a equilibrar suas emoções e pensamentos através da energia das plantas. De lá para cá, quantas curas e transformações em nossos leitores e alunos do curso de Fitoenergética e Magia com as Ervas. Em 2018, esse sistema de cura foi reconhecido pelo Ministério da Saúde como prática integrativa e complementar em saúde. Hoje celebramos a grandeza da Fitoenergética com sua flexibilidade e eficiência, motivando que nossos estudos jamais terminem.

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Open Taste estreia delivery e oferece cursos com chefs refugiados

 A cada dia da semana, é oferecido o cardápio de um país diferente, do Congo à Colômbia. Pratos custam de 16 a 35 reais 

A Open Taste, empresa social que promove e capacita refugiados por meio da gastronomia, lança serviço de delivery e de cursos on line à comunidade. O delivery atende a toda a região da capital de São Paulo e tem a opção para retirada na cozinha da Open Taste, no Sumaré, zona oeste da cidade. A cada dia, um chef diferente oferece entradas, pratos, sobremesas e bebidas típicas de seu país, num giro semanal por três continentes. Com a proposta de ser bom, bonito e barato, o menu traz pratos principais que custam entre 16 e 35 reais.   

Da Armênia à Síria, menu multicultural do Open Taste traz pratos entre 16 e 35 reais.  Projeto promove e capacita refugiados por meio da gastronomia. Crédito das fotos: Divulgação

Às segundas, o menu é do México com o chef Jesus Pasillas; às terças, da Síria, com o chef Salsabil Matouk; às quartas, do Congo, com a chef Evodie Kanyeba; quinta é dia de cozinha armênia, com Ruzzane Sargasyan; às sextas, comida da Venezuela, com Lester Silva. Aos sábados, é a vez da culinária colombiana preparada pelo chef Edgard Andres Valencia. Na viagem pelo México, para começar, os Totopos com Guacamole (tortilhas de milho artesanal tipo nachos feitos à mão com guacamole, R$ 17,90). Como principais, tacos artesanais, de diferentes recheios como carne e frango, a partir de R$ 26. O menu sírio traz pastas, salada fatoush, lanches típicos e o tradicional prato Uzzi (massa folhada artesanal recheada com ervilha, carne moída e castanhas como nozes, castanha de caju e amêndoas. Acompanha porção de salada de folhas e tomate, R$ 29). Na culinária do Congo, destacam-se entradinhas e pratos agridoces, com peixes e frutas tropicais, como o Makemba (banana-da-terra frita com bacalhau e molho de berinjela, R$ 30). A culinária armênia traz muitas marcas da árabe. No menu, estão os Sarmás (charutos), folha de couve recheada com arroz, carne, cebola e coalhada de iogurte (meia: R$ 16, e completa: R$ 28). Para harmonizar, drinques colombianos como a limonada de rapadura ou de coco ou a Kompot (bebida não-alcoólica de origem eslava, que pode ser servida quente ou fria, dependendo da tradição e da estação). Qualquer um dos sucos, por R$ 6. 

A Open Taste também criou cursos virtuais para quem quer aprender a fazer em casa alguns dos pratos de seu menu multicultural. Com cerca de uma hora de duração, cada aula custa 48 reais e ensina a preparar uma receita. São oito opções, incluindo as patacones colombianas, os burritos mexicanos, o tequenho venezuelano e o mwamba, prato congolês feito com couve e pasta de amendoim. “Minha mãe me ensinou a cozinhar e eu cozinhava para a família toda no Congo. Nunca imaginei que iria trabalhar com isso no Brasil, mas os brasileiros são muito receptivos à culinária africana”, explica a chef Evodie Kanyeba. Fugindo de sangrentos conflitos armados e da extrema pobreza no Congo, Evodie, é a oitava filha de uma família de 10 irmãos e está há cinco anos no Brasil. As vendas na Open Taste auxiliam também a família da refugiada. 

Culinária africana, com a chef congolesa Evodie Kanyeba, é uma das opções de curso on line da Open Taste. Na foto, o prato Makemba (banana-da-terra frita e cozida com bacalhau e molho de berinjela)

Desde a sua criação, a Open Taste já gerou renda e sustento para mais de 200 pessoas, incluindo os refugiados e seus familiares. No início, a plataforma operou com eventos, feiras e caterings. Neste ano, a ideia era abrir um restaurante. Mas a crise sanitária e econômica mudou os rumos do negócio. Capitaneado pela refugiada síria Joanna Ibrahim, o plano do restaurante foi adaptado, por conta da pandemia de Covid-19, para o ecommerce, com investimentos no sistema de delivery e de cursos on line. Com protocolos de saúde e de segurança redobrados, de acordo com as regras da Organização Mundial da Saúde, a empresa segue todos os protocolos: objetos de cozinha são esterilizados com álcool em gel 70%, equipe de cozinha usa luvas descartáveis para manuseio, objetos de uso comum – como as máquinas de pagamento – são constantemente higienizadas, embalagens descartáveis de delivery vedadas, seguras e individualizadas, com reforço de plástico-filme, para evitar qualquer contato externo com a comida. Os entregadores fazem uso obrigatório de máscara e assepsia de álcool em gel a cada entrega. 

“É hora de ficar em casa para preservar a nossa saúde e a dos demais. Então, resolvemos investir no delivery com menu multicultural, reforço dos protocolos de higiene e prevenção e ações promocionais para fidelizar clientes. O grande diferencial do nosso negócio é oferecer uma comida caseira, com gostinho de comfort food, também a preços camaradas”, explica Joanna Ibrahim, sócia-fundadora da Open Taste. Dentre as ações promocionais, está a participação do restaurante no “Food Delivery Series”, que acontece até 30/setembro, é um festival gastronômico com o objetivo de incentivar entregas por delivery de pequenos negócios. Juntamente com 49 estabelecimentos da cidade, a marca disponibilizou menus exclusivos ao preço de R$ 60, incluindo prato principal e sobremesa. Outro mimo da Open Taste é que o cliente ganha o link para uma playlist do país de origem dos chefs, para acompanhar a refeição com músicas típicas. Refúgio perfeito em tempos de quarentena. 

Sobre a Open Taste Brasil: 

Armênia, Chile, Colômbia, Congo, Egito, Síria, Palestina, Venezuela. Culinária para todos os gostos. Assim é literalmente a Open Taste, plataforma multicultural criada para viabilizar a venda de pratos típicos produzidos por refugiados e imigrantes. A ideia de uma cozinha compartilhada é da também imigrante síria Joanna Ibrahim. Enfermeira de formação, de perfil empreendedor e vinda de uma família da gastronomia, Joanna deixou seu país fugindo da guerra e se encontrou profissionalmente, no Brasil, na área da gastronomia. Junto com a avó, começou a vender produtos típicos sírios no interior do Espírito Santo e Minas Gerais. Depois, abriu um ecommerce de gastronomia, a Bab Sharki (Portão do Sol, em árabe), projeto que ficou entre os melhores do mundo no Hult Prize, premiação nos EUA para jovens empreendedores de startups. Em 2018, em São Paulo, lançou a Open Taste, plataforma que fornece a refugiados e imigrantes conhecimento e acolhimento através da gastronomia, capacitando-os através de treinamentos práticos e teóricos a se tornarem chefs, ajudantes, garçons e a trabalharem na área, seja com eventos, seja com a plataforma de vendas de produtos, aulas e menus típicos. Oferecer, nesse novo lar, uma possibilidade de recolocação profissional com o que eles sabem fazer de melhor, receitas familiares, pratos de memória afetiva, culinária de raízes. Fazer o bem, comendo bem, num menu sem fronteiras. Culinária de refúgio. 

Serviço:

Open Taste Brasil

www.opentastebrasil.org

Rua Apinajés, 1593 - Sumaré 

São Paulo – SP – CEP: 01258-001

Delivery pelo  iFood.

Delivery direto ou retirada no restaurante: 11 99996-4363

Email: contato@opentastebrasil.org

Horário de funcionamento do delivery:

De segunda a sábado, das 11h30 às 22h30.

Fecha aos domingos. Não muda os horários nos feriados.

CC: American Express, Aura, Discover, Elo, Hipercard, JCB, Mastercard e Visa

CD (apenas para retirada no restaurante):  Maestro, Redeshop, Visa Electron

Não aceita cheques.

Facebook: /opentaste.br

Instagram: @ opentaste.br

Twitter: @open_taste

 

Aproveite depois para ler o post sobre a minha visita ao Restaurante Jacarandá.