sábado, 31 de outubro de 2020

O que existe em comum entre Kimball Cho e Gordon Katsumoto, os personagens vividos pelo ator Tim Kang?

Assisti um episódio do remake da série Magnum P.I. por acaso, enquanto zapeava pelos canais. Ainda não sei se gosto da produção, mas me chamou a atenção a presença do ator Tim Kang, que viveu o personagem Kimball Cho, no seriado The Mentalist (leia o post Por que a série The Fix, com Robin Tunney (The Mentalist), não deu certo?).  Vê-lo no elenco me estimulou a assistir outros episódios para entender um pouco mais da personalidade do novo papel interpretado pelo ator.

Kimball Cho

O investigador da CBI (California Bureau of Investigation) Kimball Cho sempre ostentou uma postura mais séria e semblante fechado, mesmo diante das brincadeiras e ações surpreendentes de Patrick Jane - um policial dedicado aos interrogatórios e só mostrou um pouco mais de emoção em alguns relacionamentos. Kimball sempre foi um importante apoio para Jane brilhar. Mesmo quando o seriado migrou da CBI para o FBI e se inverteram as posições (Cho vira chefe de Lisbon), o personagem manteve sua postura.       

O elenco principal de The Mentalist

Em Magnum P.I., Tim Kang é também um policial, dessa vez no Havaí e de nome detetive Gordon Katsumoto, e também mostra ser sério e apegado as regras, mas é envolvido nos casos do investigador particular Thomas Magnum, vivido pelo ator Jay Hernandez. Magnum usualmente pede uma "mãozinha" e, mesmo a contragosto, Gordon ajuda a prender os vilões, assassinos e ladrões. Os ternos em tons escuros dão lugar as tradicionais camisas com as estampas de hibiscos, que associamos ao Havaí.

Gordon Katsumoto

Tim Kang continua sendo um bom ator coadjuvante e apoio para os protagonistas de séries que se metem em confusões, mas resolvem os crimes, seja ele o Patrick Jane ou Thomas Magnum.  
   

Ainda quero assistir a primeira filmagem de Magnum e a atual para ver como o remake atualizou ou mudou o personagem principal, sem contar o biotipo do atores principais, já que na série original temos Tom Selleck, um ator muito mais imponente com 1,93m, enquanto Jay Hernandez tem 1,73 e confere um pouco mais de humor ao papel. 

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Chef ensina a deixar o tender mais saboroso com molho de framboesa

 A chef e nutricionista do Comitê Umami, Lisiane Miura, explica que a deliciosa combinação da carne suína, que confere o gosto umami - quinto gosto do paladar humano, ao lado do doce, salgado, azedo e amargo - com o molho de framboesa provoca uma experiência gustativa marcante.

 

“O contraste entre os gostos apresentados causa uma explosão de sabores e a presença do umami no prato permite que o prolongamento desses sabores seja mais evidenciado, provocando um aumento na produção da saliva, o que auxilia na saúde bucal e deixa aquele gostinho de quero mais”, finaliza a chef.

 

Confira a receita:

 


MOLHO DE FRAMBOESA PARA TENDER

 

Ingredientes
300g de framboesa;

150 ml de vinho tinto;

1 cebola média ralada (110g);

2 colheres (sopa) de mel (36g);

½  colher (chá) de sal;

1 pitada de pimenta-do-reino;

2 colheres (sopa) de azeite (20g).

 

Modo de Preparo

1) Bata a framboesa e o vinho tinto no liquidificador até adquirir uma consistência homogênea.

2) Separadamente, refogue a cebola no azeite.

3) Acrescente as framboesas, o mel, o sal e a pimenta.

4) Deixe em fogo baixo, mexendo às vezes, até engrossar.

5) Cubra o tender com o molho depois de assá-lo.

 

Conheça também, aqui no Blog, a receita de Carne de panela ao molho de laranja.

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Receita de farofa com gosto de festa

Indispensável na mesa brasileira e estrela nas comemorações festivas, a farofa é apresentada em diversas leituras, seja mais simples, com legumes ralados ou a farofa rica. Aqui a versão leva Óleo de Coco sem sabor e Coco Aminos Copra. Experimente fazer para sua ceia de Ano Novo e Feliz 2020. 

Farofa de Festa com Óleo de Coco


Ingredientes: 

2 colheres (sopa) de Óleo de Coco sem sabor COPRA

1 cebola pequena picada

3 colheres (sopa) de Coco Aminos COPRA (molho tipo shoyu)

1 cenoura pequena ralada no ralo fino

1 xícara e meia (chá) de farinha de milho flocada

1 maçã pequena ralada no ralo fino

meia xícara (chá) de castanha de caju picadas

150 g de peito de peru ralado fino

1 colher (sopa) de salsinha picada 

 

Modo de preparo:

1-     Em uma panela, aqueça o Óleo de Coco sem sabor COPRA e refogue e cebola por 2 minutos.

2-     Acrescente o Coco Aminos COPRA, a cenoura e refogue por mais 2 minutos.

3-     Adicione a farinha e refogue até dourar levemente.

4-     Retire do fogo, junte a maçã, as castanhas, o peito de peru, a salsinha e misture. Sirva em seguida. 

 

Rendimento: 6 porções

Tempo de preparo: 20 minutos

Tempo total de preparo: 20 minutos

  

Dicas

  • Não é necessário acrescentar sal, o Coco Aminos COPRA dá o sabor necessário para preparação!!
  • Utilize a farofa também para rechear peru de Natal!!
  • Para uma preparação vegana, substitua o peito de peru por tofu defumado.

 

Para você que gosta de farofa, aqui tem outra receita. Confira!

terça-feira, 27 de outubro de 2020

Receita: Penne com salmão, vegetais e limão siciliano

 Cerca de 4 milhões de brasileiros têm intolerância ao glúten, ou doença celíaca. Pensando nisso, a Barilla, líder global em massas, conta com saborosas receitas para quem precisa excluir o glúten da dieta, sem perder o sabor e a saudabilidade. 

Ideal para quem busca praticidade, o Penne Glúten Free Barilla acompanha salmão frescos, vegetais e limão siciliano, ingredientes que transformam qualquer pessoa em um Masters of Pasta!  

Rendimento: 5 porções | Tempo de preparo: 22 min | Dificuldade: fácil 

Ingredientes

400g de Penne Glúten Free Barilla

200g de salmão fresco

50g de semente de gergelim

1 cenoura média

1 talo de alho poró

1 cebola roxa

2 dentes de alho

1 ramo de tomilho fresco

60ml de shoyo

30ml de mel

Raspas de um limão siciliano

30ml de Azeite de oliva extravirgem

1 colher de cebolinha picada

Sal e pimenta do reino preta a gosto 

Modo de preparo

• Cortar o salmão em cubos de 1 cm. Reservar.

• Cortar os vegetais em cubos pequenos. Em uma frigideira antiaderente, aquecer um pouco de azeite e dourar os cubos de salmão rapidamente. Reservar. Na mesma frigideira, refogar todas as verduras e, em seguida adicione o shoyo.

• Cozinhar a massa em abundante água salgada até 1 minuto antes do tempo indicado na embalagem. Escorrer e, em seguida, acrescentar na frigideira com os legumes com uma concha da água do seu cozimento, mexendo sempre pelo minuto faltante. Desligar o fogo, acrescentar o mel, o gergelim e o salmão grelhado. Corrigir o sal, a pimenta do reino preta e servir imediatamente com as raspas de limão siciliano e a cebolinha picada.

 Aproveite e veja a receita vegetariana de Lasanha com legumes.

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

FitChef ensina receita de bolo molhadinho gelado que é sucesso na certa

O bolo gelado de coco é um clássico da infância de muita gente. Delicioso, ele é a sobremesa ideal para os dias mais quentes do ano. A fitchef Alena Barros criou uma versão saudável do bolo, isso mesmo, ele é molhadinho, saboroso, mas sem açúcar e de baixo impacto glicêmico. Confira o passo a passo da receita, da massa até a calda. 

Bolo gelado de coco low carb e 0 açúcar 


Massa

1 ovo

3 claras

1 xic chá eritritol

1/2 xic azeite suave

2 col sopa de água

2 col sopa de suco de limão

1 xic de chá de farinha de aveia

1 xic de chá de farinha de trigo ou mix de farinha sem glúten (pra dar estrutura )

1 col de chá de fermento em pó 

Recheio

2 claras

2 col sopa de eritritol

2 col de sopa de leite de coco em pó

1 col chá de extrato de baunilha

4 col sopa de creme de aveia

Coco ralado a gosto 

Calda

1 xic de leite de coco

1 xic de leite de coco em pó

1 col de sopa de eritritol

 

Preparo da massa

Pré aqueça o forno 180 graus e unte uma forma quadrada

No liquidificador bata os ovos, claras, adoçante, azeite, a água e o suco de limão por 2 minutos.

Coloque a mistura em um bowl e acrescente as farinhas e o fermento até ficar homogêneo.

Coloque em uma assadeira e leve ao forno por aproximadamente 30 min. 

Recheio

Bata as claras em neve e vá acrescentando o adoçante aos poucos e sem parar de bater acrescente o leite de coco em pó e o extrato de baunilha. Desligue a batedeira e incorpore o creme de aveia. 

Calda

Em um bowl misture bem todos os ingredientes.

Montagem

Corte o bolo em duas partes e regue com a calda. Coloque o recheio em uma das partes e cubra com a outra parte. Espalhe o resto do recheio sobre o bolo e salpique coco ralado em cima. Leve a geladeira até servir ou o mais tradicional é cortar em pedaços e embrulhar no papel alumínio e levar a geladeira. 

Sobre Alena FitChef



Alena Barros é fitchef (especializada em doces zero açúcar e funcionais). Portadora de diabetes há 25 anos, hoje, aos 39 anos controla a doença por meio de alimentação funcional e atividade física.

 

Quer mais receitas de bolo? Conheça o bolo de iogurte com amora.

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Receita - Divino Fogão ensina como preparar um prático risoto de tomate seco

 

Foto: Divulgação/ Divino Fogão

Risoto de tomate seco

 

Ingredientes:


1 tablete de caldo de legumes

5 ½ xícaras de água para cozimento

1/3 xícara de tomate seco em óleo    

3 colheres de sopa de azeite

1 cebola picada

2 xícaras de arroz arbóreo

1 xícara de mussarela ralada

50g de parmesão ralado

¼ xícara de manjericão fresco

Sal e pimenta a gosto   

                 

Modo de Preparo:


Dissolva o caldo de legumes na água para cozimento e deixe em fogo baixo. Enquanto isso, escorra e pique o tomate seco. Aqueça duas colheres de sopa de azeite em uma panela e refogue a cebola. Coloque o arroz, frite por um minuto e junte uma concha do caldo de legumes quente. Não pare de mexer o arroz e cozinhe em fogo baixo até começar a secar levemente. Continue mexendo e adicionando uma concha de caldo de cada vez até cozinhar totalmente. Este processo deve levar de 25 a 30 minutos, até o arroz ficar macio e cremoso.
Junte os queijos, o tomate seco, mais uma colher de azeite, o manjericão, o sal e a pimenta. Misture bem e sirva.

 

Tempo de Preparo:  45 minutos

 

Rendimento: 6 pessoas

 

Para ver outras receitas de risoto publicadas no Blog, clique aqui.

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Artrose nas mãos: uso excessivo de celular pode ser fator de risco

Divulgação

Quatro em cada dez pessoas terão esse problema. Doença normalmente associada à idade avançada, pode se manifestar muito cedo, causando dores e limitações motoras.

 

A artrose nas mãos começa com uma sensação de que as juntas dos dedos estão ressecadas, como se estivessem travadas ou até mesmo um pouco inchadas e se nada for feito, com o tempo vem a dor. É o que explica o fisioterapeuta e diretor clínico do ITC Vertebral e do Instituto Trata, Bernardo Sampaio. De acordo com o profissional essa doença provoca o desgaste das articulações das mãos e assim, aumenta o atrito entre os ossos, que acaba causando dor, dificuldade para realizar movimentos simples no dia a dia, como segurar objetos ou escrever, e nos casos mais avançados, a formação de nódulos duros nos dedos, provocando deformações. 

 

De acordo com o Centro de controles e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, 40% da população mundial tem ou terá osteoartrite – o termo mais usado pelos médicos – entre os dedos e o punho. É muita gente. “Essa doença pode ser bastante limitante, principalmente quando atinge as duas mãos, e é mais comum em idosos e em mulheres na menopausa, devido ao envelhecimento da cartilagem. Além disso, ela também pode acometer pessoas que realizam atividades que exijam frequentemente as articulações das mãos, como o trabalho doméstico, por exemplo” – Pontua o especialista que também explica que doenças inflamatórias, autoimunes ou genéticas também podem favorecer a rigidez das mãos, resultando em artrose.

 

 Mas em tempos de era digital, não é incomum ver essa patologia em pessoas jovens, já que essa doença também está associada ao uso excessivo de celular ou computador. Ainda segundo o fisioterapeuta tanto o diagnóstico, quanto o tratamento inicial, é clínico, feito através de medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos, imobilização e reabilitação. “Medicamentos protetores de cartilagem também podem retardar o processo de desgaste e consequentemente diminuir a dor” – Explica.

 

Em casos mais avançados é melhor que seja realizada uma intervenção cirúrgica, cujo método depende da articulação envolvida e também do grau da artrose como terapia a laser, exercícios e massagens fisioterapêuticas. “O objetivo principal é fortalecer os músculos ao redor dessas articulações. Geralmente, são indicados exercícios leves e de baixa intensidade. Vale destacar que a fisioterapia deve ser associada com outros métodos para complementar o tratamento” – Finaliza Bernardo Sampaio.

 

BERNARDO SAMPAIO - é fisioterapeuta (Crefito: 125.811-F), diretor regional da Associação Brasileira de reabilitação de coluna - ABR Coluna e diretor clínico do ITC Vertebral e do Instituto Trata, de Guarulhos. Possui experiência em fisioterapia ortopédica, traumatologia e esporte; e especialização em fisioterapia músculo esquelética, aprimoramento em membro superior e oncologia ortopédica pela Santa Casa de São Paulo. Saiba mais em: www.institutotrata.com.br e www.itcvertebral.com.br

terça-feira, 20 de outubro de 2020

Conheça a origem do croissant e outras curiosidades gastronômicas

 Por Chef Bianca Folla


Culinária também é cultura e é sempre interessante aprender sobre as origens de alguns pratos que fazem parte do nosso cardápio, não é mesmo? Por isso, selecionamos 7 pratos e suas curiosas histórias para você ter muito o que falar na próxima ida ao restaurante. As informações são assinadas pela chef Bianca Folla, profissional formada em Direito pela PUC/ SP e Gastronomia no SENAC/SP. Ela atua na área desde 2005 e seu currículo é recheado de muitos cursos e concursos no Brasil e exterior. Participou e venceu o Reality Show A Batalha do Food Truck no GNT e foi convidada para falar sobre essa experiência no Cozinhando com Palavras na Bienal do Livro. 

Confira e tente não ficar com água na boca.


1. Batata frita

O nome em inglês, french fries (batatas francesas), não passa de uma pegadinha, já que nossa deliciosa batata frita de todo dia é uma invenção maravilhosa que veio diretamente da Bélgica.

Segundo dizem, desde o século 17 era comum na região do Rio Meuse pescar pequenos peixes e fritá-los. Porém, durante o inverno, quando o rio congelava, os belgas cortavam batatas em forma de peixinhos e as jogavam na gordura. Durante a Primeira Grande Guerra, os soldados americanos que passaram pelo país provaram a iguaria e deram o nome de ?francês?, que era a língua oficial do exército da Bélgica naquela época.


2. Lasanha

A delícia dos almoços de domingo de várias famílias não é um prato tão italiano assim? Uma receita muito parecida já fazia parte de um livro de receitas escrito pelo cozinheiro mestre do Rei Ricardo II da Inglaterra em meados do século 14. Mas existem ainda aqueles que defendem que a lasanha é mais antiga e teria origem na Grécia Antiga. No entanto, a grande diferença dessas lasanhas antigas e versão atual é a presença do molho de tomate, que só passou a ser consumido na Europa após o descobrimento da América em 1492. 

3. Croissant


Não há nada mais parisiense do que vestir roupas listradas e comer um croissant no café da manhã, não é mesmo? Na verdade, mais ou menos. O pão de massa folhada não é francês. Seu nome é kipferl e foi criado no século 13 por padeiros da cidade de Viena, na Áustria. Porém, Maria Antonieta, que era austríaca, popularizou o pãozinho na França a partir de 1770 quando se casou com então futuro rei Luís XV.


4.Pizza

Todo mundo sabe que a pizza é um prato italiano. É, mas não é. A pizza como conhecemos atualmente surgiu no século 16, em Nápoles. No entanto, muito antes os egípcios e gregos da Antiguidade também já faziam lanchinhos que se pareciam muito com a pizza e há 5 mil anos, babilônios e hebreus também já levavam ao forno a massa com farinha e água. Na Idade Média, o prato chegou na Itália, onde foi aperfeiçoado e recebeu o ingrediente recém descoberto nas Américas: o tomate.


5. Acarajé

O acarajé, símbolo da gastronomia e cultura baiana,tem origem no continente africano e se trata de um prato sagrado, feito como oferenda para os orixás. Trata-se de um bolinho, feito com feijão-fradinho, cebola e sal e frito em azeite-de-dendê, derivado do àkarà da África Ocidental que, por sua vez, deriva do falafel árabe que chegou na África no século 7.


6. Feijoada

Você sempre ouviu falar que a feijoada, o prato mais brasileiros de todos, é uma receita típica dos escravos, não é mesmo? Mas não é bem assim a história. A elite dos colonos portugueses era no norte e trouxeram o cozido para o Brasil. Lá, a prática de cozinhar carne de porco com feijão branco é comum desde os anos 700. Porém aqui, os portugueses descobriram o sabor do feijão preto, criando a feijoada brasileira.

Já a criação da feijoada que comemos hoje, com laranja, farofa, arroz, couve e torresmos, é do restaurante carioca G.Lobo, que ficava no centro do Rio de Janeiro e fundado no final do século XIX.


7. Bife à parmegiana ou filé à parmegiana

Outro prato muito popular no Brasil, o bife frito, empanado com farinha de trigo e ovos, coberto com queijo do tipo parmesão e bastante molho de tomate e condimentos como orégano, é considerado por muito uma receita italiana. O nome parmegiana parece derivar do italiano parmigiana, que significa aquilo ou aquele que vem de Parma, na Itália. E esse nome se deve ao queijo utilizado em sua preparação, o queijo parmesão. No entanto, apesar do nome, o bife à parmegiana não existe em Parma. Ele foi inventado pelos paulistas que tiveram uma forte influência da cultura italiana.

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Receita de frango crocante empanado com aveia assado no forno



Essa receita, enviada pela QUAKER®, traz é uma opção para colocar proteína nas refeições do dia a dia, mas de um jeito um pouco diferente: cubinhos de frango crocante, empanados com aveia em flocos finos. Aqui, além de ter uma receita gostosa e equilibrada - especialmente porque a ideia é evitar a fritura e assar o franguinho no forno - você também tem a oportunidade de incluir na sua refeição a aveia, um grão que está relacionado com o bom funcionamento intestinal, além de ajudar a manter a boa saúde do coração.

Para acompanhar o frango, a sugestão é que você prepare uma salada de folhas e tomatinhos. A aveia em flocos finos QUAKER® também pode ser utilizada para ser salpicada por cima e dar uma textura extra para sua saladinha! 

Ingredientes: rendimento - 4 porções

2 peças (400 g) de peito de frango cortado em cubos

3 ovos batidos

300g de aveia em flocos finos QUAKER®

6 colheres de sopa + 1 colher de chá (100 g) de gergelim negro

1 colher de sopa de páprica doce ou defumada

1 colher de sopa de alho em pó

2 colheres de sopa de salsa picada

A gosto (com moderação): sal, pimenta e azeite de oliva


Salada para acompanhar:

1 peça de alface

1 xícara de tomate cereja cortado em 4 partes

A gosto (com moderação): sal, pimenta e azeite de oliva


Modo de preparo:
 

Comece temperando o frango com sal, pimenta e páprica defumada e reserve.

Em uma tigela, bata os ovos com o alho em pó, a salsa picada, o sal e a pimenta do reino e também reserve.

Em outra tigela, junte os flocos de aveia com o gergelim preto. Passe o frango pelos ovos batidos e depois pela mistura de aveia, empanando completamente. Transfira para uma assadeira previamente untada com azeite e asse em forno pré-aquecido a 180° por cerca de 25 a 30 minutos até dourar e ficar crocante.

Monte a salada juntando todos os ingredientes e sirva com os cubos crocantes de frango.

 

Aproveite para conhecer no blog a receita de frango ensopado na  cerveja.

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Pão com Pimenta Biquinho, Alho Confit e Habanero

 

Pão com Pimenta Biquinho, Alho Confit e Habanero
Henrique Escabia

Essa sugestão de receita é assinada pelo chef Henrique Escabia para a marca Sabor das Índias. 

Tempo de Preparo: 2 horas

Dificuldade: Fácil

Rendimento: 10 Porções

Utensílios: Balança digital, recipiente de vidro ou inox, assadeira para pão de forma

 

Ingredientes


Água – 1 xícara e meia

Fermento Biológico – 2 colheres de sopa

Açúcar – 1 colher de chá

Ovo – 1 unidade

Antepasto de Pimenta Biquinho com Alho Confit e Habanero Sabor das Índias – 5 colheres de sopa

Farinha de Trigo – 3 xícaras e meia

Sal – 1 colher de chá

 

Modo de Preparo

1.    Coloque em um recipiente a água, o fermento e o açúcar. Misture e deixe descansar por 5 minutos, até que o fermento comece a espumar um pouco.

2.    Acrescente o ovo e o Antepasto de Pimenta Biquinho com Alho Confit e Habanero Sabor das Índias e misture até que fique homogêneo.

3.    Peneire a farinha de trigo, misture o sal e acrescente aos poucos na mistura, mexendo até que dê para começar a sovar.

4.    Em uma superfície lisa, coloque um pouco de farinha e comece a sovar. Acrescente a farinha aos poucos e trabalhe bem a massa, para que o glúten se desenvolva bem.

5.    Unte com azeite e farinha a assadeira de pão. Coloque a massa, cubra com um filme plástico e deixe crescer por 45 minutos (pode variar um pouco dependendo da temperatura do dia, mas o ideal é que passe um pouco da borda da assadeira).

6.    Em forno pré-aquecido a 170°C, asse por 45 minutos. Quando retirar do forno, pincele um pouco mais de antepasto por cima para deixar com uma cor bem bonita.

7.     

Montagem
Sirva quente com mais antepasto ou manteiga.


Aproveite e confira a receita de Pão de Queijo sem Glúten e Sem Lactose.