terça-feira, 29 de setembro de 2020

5 plantas para melhorar a energia do lar

 


Veja como escolher as folhagens certas por meio da Fitoenergética para ter um ambiente com harmonia e equilíbrio

 

Elas servem para perfumar, embelezar e até mesmo para alimentar. Mas o que a maioria das pessoas não sabem é que as plantas são úteis também para equilibrar os ambientes da casa e do quintal. A energia vital das plantas é um poderoso instrumento para promover o bem-estar. Escolher as folhagens certas para compor a decoração do lar é uma forma de aliar saúde com decoração.

 


Uma das formas mais conhecidas de promover essa harmonia é com a Fitoenergética. A professora, filósofa, escritora best-seller e pesquisadora da área, Patrícia Cândido, explica que isso é possível de uma maneira muito simples e prática. E os benefícios são muitos como restaurar o equilíbrio, controlar as emoções e elevar a consciência. 

 

Vale lembrar que a Fitoenergética tem a validação do Ministério da Saúde e está relacionada como uma das Práticas Integrativas e Complementares do SUS. Ficou curioso? Veja abaixo cinco opções de plantas para se ter em casa e obter todos os benefícios:

 

Alecrim

Acessa os registros akáshicos (relacionados a emoções passadas), libera traumas, medos e outros aspectos negativos registrados no Ser e que estão “adormecidos”. Gera vontade de mudar e conhecer o novo; incentiva a pessoa a ter sabedoria para viver e amar. Além de ser um ótimo tempero, ideal para estar sempre à mão na bancada da cozinha. 

Ipê-roxo

Ideal para ter no quintal de casa, em um bosque ou no jardim, repousar sobre ele e contemplar sua beleza. Por gerar sono ajuda a desacelerar a mente e aumenta a conexão e absorção de energia vital pelo corpo. Tem efeitos antiestresse, anti-insônia e calmante contra o nervosismo e a hiperatividade. É um poderoso relaxante indutor do sono e ajuda a conectar com esferas superiores. Para pessoas “calorentas”, gera uma sensação de resfriamento muito agradável no corpo. 

Lavanda

Uma forte tendência na decoração, principalmente dos quartos por trazer a sensação de suavidade, frescor e relaxamento. Incentiva a esperar a hora certa para dizer as coisas, gera paz interior e favorece a pessoa que precisa lidar com muitas coisas ao mesmo tempo – sem gerar estresse. Também ajuda a planejar bem o futuro e a criar visão estratégica da vida. 

Arnica

Pouco explorada em ambientes internos, mas uma boa opção para compor os jardins e ainda por cima ajuda a afastar os insetos. Com a Fitonergética ela é poderosa para desobstruir os canais energéticos, estimular a circulação sanguínea e a imunidade física. Ótima cicatrizante, reduz o tempo de recuperação física em casos de pós-cirurgia. 

Jasmim

Com um aroma bastante persistente, o Jasmim é muito eficaz em casos de ansiedade e insônia. Uma planta que pode estar dentro ou fora de casa. Nos estudos da Fitoenergética constatou-se que ela purifica e desintoxica o organismo. É um vegetal indicado para quem quer a perfeição. Atua contra vícios como cigarro, álcool, drogas e jogos.

 


FICHA TÉCNICA

Título: Fitoenergética - Edição Comemorativa de 15 anos

Subtítulo: A energia das plantas no equilíbrio da alma

Autor: Bruno Gimenes

ISBN: 978-85-64463-63-9
Preço: R$ 99,90

Páginas: 400
Formato: 16x23cm
Link de vendahttps://bit.ly/fito_energetica

 

Sinopse do livro: Há 15 anos nascia a Fitoenergética, um sistema natural
de cura que ajuda os seres vivos a equilibrar suas emoções e pensamentos através da energia das plantas. De lá para cá, quantas curas e transformações em nossos leitores e alunos do curso de Fitoenergética e Magia com as Ervas. Em 2018, esse sistema de cura foi reconhecido pelo Ministério da Saúde como prática integrativa e complementar em saúde. Hoje celebramos a grandeza da Fitoenergética com sua flexibilidade e eficiência, motivando que nossos estudos jamais terminem.

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Open Taste estreia delivery e oferece cursos com chefs refugiados

 A cada dia da semana, é oferecido o cardápio de um país diferente, do Congo à Colômbia. Pratos custam de 16 a 35 reais 

A Open Taste, empresa social que promove e capacita refugiados por meio da gastronomia, lança serviço de delivery e de cursos on line à comunidade. O delivery atende a toda a região da capital de São Paulo e tem a opção para retirada na cozinha da Open Taste, no Sumaré, zona oeste da cidade. A cada dia, um chef diferente oferece entradas, pratos, sobremesas e bebidas típicas de seu país, num giro semanal por três continentes. Com a proposta de ser bom, bonito e barato, o menu traz pratos principais que custam entre 16 e 35 reais.   

Da Armênia à Síria, menu multicultural do Open Taste traz pratos entre 16 e 35 reais.  Projeto promove e capacita refugiados por meio da gastronomia. Crédito das fotos: Divulgação

Às segundas, o menu é do México com o chef Jesus Pasillas; às terças, da Síria, com o chef Salsabil Matouk; às quartas, do Congo, com a chef Evodie Kanyeba; quinta é dia de cozinha armênia, com Ruzzane Sargasyan; às sextas, comida da Venezuela, com Lester Silva. Aos sábados, é a vez da culinária colombiana preparada pelo chef Edgard Andres Valencia. Na viagem pelo México, para começar, os Totopos com Guacamole (tortilhas de milho artesanal tipo nachos feitos à mão com guacamole, R$ 17,90). Como principais, tacos artesanais, de diferentes recheios como carne e frango, a partir de R$ 26. O menu sírio traz pastas, salada fatoush, lanches típicos e o tradicional prato Uzzi (massa folhada artesanal recheada com ervilha, carne moída e castanhas como nozes, castanha de caju e amêndoas. Acompanha porção de salada de folhas e tomate, R$ 29). Na culinária do Congo, destacam-se entradinhas e pratos agridoces, com peixes e frutas tropicais, como o Makemba (banana-da-terra frita com bacalhau e molho de berinjela, R$ 30). A culinária armênia traz muitas marcas da árabe. No menu, estão os Sarmás (charutos), folha de couve recheada com arroz, carne, cebola e coalhada de iogurte (meia: R$ 16, e completa: R$ 28). Para harmonizar, drinques colombianos como a limonada de rapadura ou de coco ou a Kompot (bebida não-alcoólica de origem eslava, que pode ser servida quente ou fria, dependendo da tradição e da estação). Qualquer um dos sucos, por R$ 6. 

A Open Taste também criou cursos virtuais para quem quer aprender a fazer em casa alguns dos pratos de seu menu multicultural. Com cerca de uma hora de duração, cada aula custa 48 reais e ensina a preparar uma receita. São oito opções, incluindo as patacones colombianas, os burritos mexicanos, o tequenho venezuelano e o mwamba, prato congolês feito com couve e pasta de amendoim. “Minha mãe me ensinou a cozinhar e eu cozinhava para a família toda no Congo. Nunca imaginei que iria trabalhar com isso no Brasil, mas os brasileiros são muito receptivos à culinária africana”, explica a chef Evodie Kanyeba. Fugindo de sangrentos conflitos armados e da extrema pobreza no Congo, Evodie, é a oitava filha de uma família de 10 irmãos e está há cinco anos no Brasil. As vendas na Open Taste auxiliam também a família da refugiada. 

Culinária africana, com a chef congolesa Evodie Kanyeba, é uma das opções de curso on line da Open Taste. Na foto, o prato Makemba (banana-da-terra frita e cozida com bacalhau e molho de berinjela)

Desde a sua criação, a Open Taste já gerou renda e sustento para mais de 200 pessoas, incluindo os refugiados e seus familiares. No início, a plataforma operou com eventos, feiras e caterings. Neste ano, a ideia era abrir um restaurante. Mas a crise sanitária e econômica mudou os rumos do negócio. Capitaneado pela refugiada síria Joanna Ibrahim, o plano do restaurante foi adaptado, por conta da pandemia de Covid-19, para o ecommerce, com investimentos no sistema de delivery e de cursos on line. Com protocolos de saúde e de segurança redobrados, de acordo com as regras da Organização Mundial da Saúde, a empresa segue todos os protocolos: objetos de cozinha são esterilizados com álcool em gel 70%, equipe de cozinha usa luvas descartáveis para manuseio, objetos de uso comum – como as máquinas de pagamento – são constantemente higienizadas, embalagens descartáveis de delivery vedadas, seguras e individualizadas, com reforço de plástico-filme, para evitar qualquer contato externo com a comida. Os entregadores fazem uso obrigatório de máscara e assepsia de álcool em gel a cada entrega. 

“É hora de ficar em casa para preservar a nossa saúde e a dos demais. Então, resolvemos investir no delivery com menu multicultural, reforço dos protocolos de higiene e prevenção e ações promocionais para fidelizar clientes. O grande diferencial do nosso negócio é oferecer uma comida caseira, com gostinho de comfort food, também a preços camaradas”, explica Joanna Ibrahim, sócia-fundadora da Open Taste. Dentre as ações promocionais, está a participação do restaurante no “Food Delivery Series”, que acontece até 30/setembro, é um festival gastronômico com o objetivo de incentivar entregas por delivery de pequenos negócios. Juntamente com 49 estabelecimentos da cidade, a marca disponibilizou menus exclusivos ao preço de R$ 60, incluindo prato principal e sobremesa. Outro mimo da Open Taste é que o cliente ganha o link para uma playlist do país de origem dos chefs, para acompanhar a refeição com músicas típicas. Refúgio perfeito em tempos de quarentena. 

Sobre a Open Taste Brasil: 

Armênia, Chile, Colômbia, Congo, Egito, Síria, Palestina, Venezuela. Culinária para todos os gostos. Assim é literalmente a Open Taste, plataforma multicultural criada para viabilizar a venda de pratos típicos produzidos por refugiados e imigrantes. A ideia de uma cozinha compartilhada é da também imigrante síria Joanna Ibrahim. Enfermeira de formação, de perfil empreendedor e vinda de uma família da gastronomia, Joanna deixou seu país fugindo da guerra e se encontrou profissionalmente, no Brasil, na área da gastronomia. Junto com a avó, começou a vender produtos típicos sírios no interior do Espírito Santo e Minas Gerais. Depois, abriu um ecommerce de gastronomia, a Bab Sharki (Portão do Sol, em árabe), projeto que ficou entre os melhores do mundo no Hult Prize, premiação nos EUA para jovens empreendedores de startups. Em 2018, em São Paulo, lançou a Open Taste, plataforma que fornece a refugiados e imigrantes conhecimento e acolhimento através da gastronomia, capacitando-os através de treinamentos práticos e teóricos a se tornarem chefs, ajudantes, garçons e a trabalharem na área, seja com eventos, seja com a plataforma de vendas de produtos, aulas e menus típicos. Oferecer, nesse novo lar, uma possibilidade de recolocação profissional com o que eles sabem fazer de melhor, receitas familiares, pratos de memória afetiva, culinária de raízes. Fazer o bem, comendo bem, num menu sem fronteiras. Culinária de refúgio. 

Serviço:

Open Taste Brasil

www.opentastebrasil.org

Rua Apinajés, 1593 - Sumaré 

São Paulo – SP – CEP: 01258-001

Delivery pelo  iFood.

Delivery direto ou retirada no restaurante: 11 99996-4363

Email: contato@opentastebrasil.org

Horário de funcionamento do delivery:

De segunda a sábado, das 11h30 às 22h30.

Fecha aos domingos. Não muda os horários nos feriados.

CC: American Express, Aura, Discover, Elo, Hipercard, JCB, Mastercard e Visa

CD (apenas para retirada no restaurante):  Maestro, Redeshop, Visa Electron

Não aceita cheques.

Facebook: /opentaste.br

Instagram: @ opentaste.br

Twitter: @open_taste

 

Aproveite depois para ler o post sobre a minha visita ao Restaurante Jacarandá.

 

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Receita de pão de queijo sem glúten e sem lactose

Pão de queijo é uma daquelas delícias que todo mundo gosta. Melhor ainda se for feito com ingredientes mais saudáveis. A marca Boa Terra apresenta pão de queijo sem glúten e sem lactose do chef Ipe Aranha, especializado em cozinha funcional. O profissional trabalha fazendo detox em casa de clientes no Brasil e EUA. Na composição, a receita traz ingredientes como ingredientes como mandioquinha e sementes de chia. Confere abaixo!

 


Ingredientes:  

·  500g mandioquinha cozida (amassada e sem casca);

·  500g polvilho azedo;

·  2 colheres de chá de sal marinho ou himalaya;

·  2 colheres de sopa de chia;

·  80 ml de azeite extravirgem orgânico;

·  Água em temperatura ambiente para acertar o ponto da massa.

 

Modo de preparo: 

Misture o polvilho com o azeite, sal e chia. Em seguida, adicione a mandioquinha e amasse bem. Vá incluindo aos poucos a água até a massa desgrudar das mãos. Depois é só colocar a mão na massa, fazer as bolinhas de 20g cada e assar. Coloque no forno a 200°C e deixe por aproximadamente 20 minutos.

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Água Doce ensina receita de bolo de banana maluco

 

Foto: Bruno Marconato

Cultivada em mais de 100 países, a banana é uma das frutas mais conhecidas no mundo, e no Brasil é a mais consumida.  Para celebrar o dia, a Água Doce Sabores do Brasil compartilha uma receita que conta com a fruta como protagonista.

Ingredientes:


8 bananas cortadas ao meio

4 ovos inteiros

½ xícara de óleo

100ml de creme de leite

2 bananas cortadas em rodelas

2 xícaras de açúcar refinado

2 xícaras de farinha de trigo

1 colher de chá de canela em pó

1 colher de sopa de fermento em pó

Calda de açúcar caramelada: 100g de açúcar + 200ml de água

 

Modo de preparo:


Unte uma forma e coloque as bananas cortadas no fundo, cubra com a calda feita com o açúcar e a água derretida em fogo baixo até obter consistência de caramelo. Reserve. Bata no liquidificador os ovos, o óleo, o creme de leite e as bananas. Adicione o açúcar, a farinha de trigo, a canela em pó e o fermento, e bata novamente. Coloque a massa batida na forma sobre as bananas e leve ao forno por 40 minutos.

 

Rendimento: 10 porções.

 

Fonte: Água Doce Sabores do Brasil.

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

O Câncer da Criança: a necessidade do diagnóstico precoce e o preparo dos nossos profissionais

* Dra. Silvia Brandalise


O mês de setembro é internacionalmente dedicado à conscientização do câncer da criança e do adolescente. Em setembro de 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS) proclamou sua “Iniciativa Global para o Câncer da Criança”, com o objetivo de se alcançar mundialmente até 2030, pelo menos 60% de cura para as crianças com câncer. Isso significa dobrar as chances de cura hoje obtidas, principalmente nos países de baixo e  de médio nível socioeconômico. 

A cada ano, cerca de 300 mil crianças com idades entre zero e 19 anos são diagnosticadas como portadoras de câncer. Avanços notáveis tenham sido obtidos nestas 3 últimas décadas nos países desenvolvidos, chegando-se a níveis de cura de 80% dos casos. No Centro Infantil Boldrini chegamos a este índice em alguns casos, mas essa não é a realidade nos países em desenvolvimento, onde a probabilidade de morte pela doença entre as crianças é quatro vezes maior comparando àquelas do primeiro mundo.

 

Várias são as razões envolvidas nas reduzidas taxas de cura do câncer pediátrico. Entre elas, o atraso no diagnóstico da doença, as elevadas taxas de abandono do tratamento, falta de acesso irrestrito aos medicamentos essenciais contra o câncer e deficiências da estrutura global dos centros cuidadores, em prover num mesmo local todas as estruturas necessárias para um bom e preciso diagnóstico.

 

Não resta dúvida de que se o médico pediatra não suspeitar do diagnóstico de câncer em seu paciente, este será o maior entrave para o sucesso do tratamento. Nos casos de tumor cerebral, por exemplo, estes atrasos chegam a vários meses após a queixa dos primeiros sintomas apresentados pela criança.  Todavia, só se pensa em câncer, quando se conhece o tema.

 

Recente levantamento nas 292 faculdades de Medicina credenciadas pelo MEC, 49 não disponibilizam a matéria Oncologia em suas grades. Analisando as 242 faculdades remanescentes,o tema é obrigatório em somente 46, sendo tema optativo em 13 faculdades e como oferta de estágio em três. Em outras palavras, em mais da metade das Faculdades de Medicina do Brasil o tema Oncologia não é ministrado de forma obrigatória no curso de graduação. A pergunta que emerge é: “como o médico vai suspeitar de câncer se ele não aprendeu este tema durante os 6 anos da graduação em Medicina?”

 

É digno de nota mencionar que a matéria Oncologia é oferecida de uma forma geral, com foco em pacientes adultos e idosos, cuidados paliativos, sendo agregada com a Hematologia em 13 instituições. O câncer da criança e do adolescente raramente é descriminado no conteúdo programático.

 

É surpreendente verificar que nestes últimos quatro anos, foram aprovadas mais 62 novas instituições de Medicina no Brasil, totalizando as 292 anteriormente mencionadas.Contudo, o tema Oncologia figurou no currículo bem aquém do esperado, nestas novas faculdades.

 

O estudante da graduação em Medicina não aprende sobre a epidemiologia do câncer da criança e do adolescente, os fatores de risco relacionados à doença, sobre os sintomas clínicos, como suspeitar e como diagnosticar a doença, estabelecer os diagnósticos diferenciais com outras patologias próprias desta faixa etária, desconhecendo, também, os fundamentos do tratamento e como encaminhar os casos suspeitos.

 

 O médico assim formado terá enorme dificuldade para suspeitar do câncer do seu jovem paciente.  Considerando-se que o câncer  tem uma incidência crescente na população pediátrica,  se reveste de alta relevância a inserção obrigatória deste tema nas faculdades das áreas da saúde.

 

O aprimoramento/capacitação dos profissionais de saúde, otimização dos recursos públicos, hierarquização das instituições para atendimento aos casos mais complexos são prerrogativas que nos estimulam a ousar buscar os 60% de cura para os jovens brasileiros com câncer. Mais do que sonhar, será necessário carregar a Bandeira atual da Sociedade Internacional de Oncologia Pediátrica (2018) onde se lê “Nenhuma Criança deve morrer de Câncer”.  Queremos isso para o nosso Brasil! Não para 2030, mas para bem antes.

 

Para alcançar a meta da OMS deveremos voltar a discutir com a Sociedade Civil, Universidades/Faculdades e o Poder Público sobre aquilo que ganhamos através dos tempos e o que perdemos. Devemos nos lembrar do provérbio africano, “If you want to go fast, go alone. If you want to go far, go together” (“Se você quiser ir rápido, vá sozinho. Se você quiser ir longe, vá junto”). A vida da criança é um bem maior!

 

* A Dra. Silvia Brandalise é fundadora e diretora do Centro Infantil Domingos A. Boldrini e do Centro de Pesquisas Boldrini. Professora aposentada do Departamento de Pediatria/FCM/UNICAMP e membro fundador da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica. Tem reconhecimento nacional e internacional na luta contra as doenças hematológicas e neoplásicas na infância e sempre lutou pelos avanços do tratamento buscando a cura e melhor qualidade de vida para esses pacientes.

 

 

Sobre o Centro Infantil Boldrini - Centro Infantil Boldrini − maior hospital especializado na América Latina, localizado em Campinas, que há 42 anos atua no cuidado a crianças e adolescentes com câncer e doenças do sangue. Atualmente, o Boldrini trata cerca de 10 mil pacientes de diversas cidades brasileiras e alguns de países da América Latina, a maioria (80%) pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Um dos centros mais avançados do país, o Boldrini reúne alta tecnologia em diagnóstico e tratamento clínico especializado, comparáveis ao Primeiro Mundo, disponibilidade de leitos e atendimento humanitário às crianças portadoras dessas doenças. www.boldrini.org.br

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Quadros e plantas: como combiná-los lado a lado

 Itens formam uma boa dupla quando compostos na decoração e podem ser explorados em qualquer ambiente

Entre as tendências pós-pandemia para a decoração, as plantas ganham lugar de destaque. Com mais tempo em casa, as pessoas estão sentindo a necessidade de se aproximarem da natureza, o que, muitas vezes, significa trazer com mais intensidade o verde para dentro dos cômodos. Já os quadros nunca saíram de moda, pois com eles é possível colocar personalidade na decoração: obras de arte, quadros abstratos, pinturas e fotografias compõem qualquer ambiente.


É possível unir no mesmo ambiente quadros e plantas para compor e dar vida a casa
Crédito: Ronaldo Ronan Rufino

“Unir esses dois elementos num mesmo espaço volta a ser uma tendência. Quadros em preto e branco, ou com poucas cores, perto ou ao lado de plantas, como folhas verdes ou mesmo natureza morta têm sido cada vez mais utilizados na decoração”, conta a arquiteta do Grupo A.Yoshii Andressa Bassinelli.

 

De acordo com ela, não existe uma regra de que quadros só devem ficar presos na parede ou em uma altura específica. É possível unir no mesmo ambiente quadros e plantas para compor e dar vida a casa. “Nesses casos específicos, onde quadro e planta compõem a decoração, a iluminação também colabora muito para deixar o ambiente mais harmonioso. Em móveis com divisórias é possível fazer esse jogo entre plantas, quadros e iluminação, por exemplo. Tudo isso pode estar no mesmo móvel ou em um cantinho da casa. Quadros na altura da cama ou em cima de mesas ou móveis dividindo espaço com vasos de plantas já são tendência, como utilizados nos apartamentos decorados de nossos showrooms da A.Yoshii”, explica.

 

É preciso observar as proporções, o tamanho da parede e dos quadros para combiná-los lado a lado
Crédito: Ronaldo Ronan Rufino

Quadros e plantas podem estar presentes em diversos cômodos da casa, seja nos quartos, escritórios (bastante vistos agora, com o aumento do home office), varandas, salas de jantar e estar. A arquiteta traz três dicas importantes sobre essa composição: 

 

Altura quadros e plantas

 

Não existe uma altura ideal para posicionar os quadros decorativos, porém, eles precisam compor o ambiente. “É preciso observar as proporções, o tamanho da parede e dos quadros, paleta de cores e a decoração como um todo. O mesmo vale para as plantas. Temos locais com plantas grandes e quadros também grandes, mas colocados em cima de móveis. Também é possível colocar próximo à cama pequenos vasos de plantas, que combinam com quadros também pequenos”, explica.

 

Distância quadros e plantas

 

A distância entre eles vai depender do ambiente e do espaço onde estão distribuídos. “Quando se trata de quadros decorativos, a imaginação não tem limite. É possível, inclusive, posicioná-los no chão, apoiados em móveis, prateleiras altas e baixas e levemente sobrepostos um ao outro. Para obras de arte, o ideal é manter na altura dos olhos do observador ou em posição de destaque. Para compor  quadros com  plantas é importante lembrar de não deixar a planta escondendo o quadro: observe sempre a distância ideal, para que os dois objetos possam ser apreciados”, explica.

 

A distância entre quadros e plantas vai depender do ambiente e do espaço onde estão distribuídos
Crédito: Ronaldo Ronan Rufino

Iluminação

 

“É preciso lembrar que existem luminárias específicas com foco e lâmpadas para a conservação de plantas ou, no caso quadros, e iluminação específicas para destaque e conservação de obras de arte. O projeto luminotécnico deve seguir a intenção que se quer dar às peças. Pode ser iluminação com foco ou iluminação indireta do ambiente”, ressalta.

 

Veja nesse post quais são as plantas mais indicadas para ambientes internos

sábado, 5 de setembro de 2020

Resenha: Antepasto artesanal de abobrinha da Manu Berinjela

 

Nessa quarentena, eu estou mais comprando do que fazendo quitutes. Eu participo da rede Dots e vi o anúncio da Manu Berinjela e resolvi comprar, depois de algum tempo de namoro dos antepastos no instagram. O primeiro que experimentei foi antepasto artesanal de abobrinha, uma delícia. 

A abobrinha se desmancha na boca e o resultado ficou bem diferente em comparação de uma receita que fiz uma vez e postei no blogPimentão, cebola, tomate, azeite, alho, uva passa e, o que me surpreendeu, amendoim, que confere crocância.  Um toque de acidez bem leve e a abobrinha não parece que foi assada. Comprei o frasco de 500g, mas a Manu vende um de tamanho menor.

Você tem uma receita de antepasto para compartilhar? Devo ter outros posts de produtos que comprei, como o antepasto de berinjela e a sardela, que ainda não comi.




 




quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Por que a série The Fix, com Robin Tunney (The Mentalist), não deu certo?

Quando uma atriz faz muito sucesso, como Robin Tunney no papel de Teresa Lisbon (The Mentalist), a gente fica na expectativa de seu retorno em outra série. 

Em 2019, Robin veio no papel principal em The Fix, uma série jurídica do canal ABC, como a personagem Maya Travis, uma advogada de Los Angeles que sofre uma derrota devastadora ao processar um o ator Sevvy Johnson por homicídio duplo da mulher e de uma amiga - personagem vivido por  Adewale Akinnuoye-Agbaje. 

Maya resolve, então, abandonar a carreira e adotar um estilo de vida mais simples em outra cidade, com direito a fazenda, cavalos e um namorado. Oito anos mais tarde, quando a mesma celebridade está sob suspeita de outro assassinato, Maya Travis é atraída de volta ao escritório da promotoria para outra chance de fazer justiça, ao investigar o assassinato e poder acusar Sevyy. Esse é o resumo da história da primeira e única temporada de The Fix. 

Voltando a pergunta do título desse post: por que a série não emplacou? Em minha avaliação, pela falta de alguns elementos que dão molho às séries policiais e de investigação: bons romances, humor e tiroteios.  

Até tentam resgatar o relacionamento amoroso que Maya teve no passado com o personagem Matthew Collier, também promotor ambicioso vivido pelo ator Adam Rayner (foto abaixo) - já casado nesse etapa da história. Mas, não rolou. 


Nem o namorado que deixa a fazenda e vem ao encontro de Maya em Los Angeles, a fim de fazê-la desistir de reassumir como promotora, faz a série esquentar. Tudo fica meio morno episódio após episódio. 

Evidente que a gente fica esperando pela revelação de quem é o real assassino - culpa que recai sobre Sevvy , seus filhos e uma ex-esposa. 

Caso você já tenha assistido The Fix, deixe seu comentário. Se ainda quiser assistir, meu conselho: não tenha grandes expectativas.

Aproveite que está no blog e veja o post: Por que o seriado Shades of Blue é uma série ruim?