domingo, 23 de dezembro de 2018

Frederico: primeiros meses comigo

Hoje, quero falar de como o meu gato, Frederico Augusto, entrou na minha vida, sem planejar. Ele foi adotado primeiramente pelos meus afilhados Mariah e Davi, em uma feira de adoção em Embu das Artes. Quando chegaram em casa e eu vi o gato, logo dei uma bronca, pois eles não tinham como criar um pet e suprir as necessidades de vacinação, consultas e alimentação (eles já tinham tentado criar pintinhos e coelho). Era junho de 2010. 



Meus afilhados me contaram, depois que o Fredinho faleceu, que ele era o único acordado da ninhada e se "exibia" quando o escolheram.  Exibição que foi o estímulo especial ser o "escolhido". Já no apartamento, Fredinho estava com uma diarreia contínua e magrinho. Olhava para ele e pensava no que fazer. Comecei a chorar, peguei-o e o trouxe para o meu apartamento, para cuidar e amar (mas com uma pontinha de raiva pela situação, pois não estava nos meus planos ter um gato, já que morava sozinha e trabalhava o dia inteiro). Começo de nossa aventura de idas aos veterinários, vacinação e alimentação. 

A primeira missão foi parar com a diarreia, que deveria ser causada por vermes. Ele saía fazendo cocô mole pela casa inteira, principalmente em um vaso que tinha no canto da sala. Eu tive muitos gatos quando criança, mas morava em casa e os pets usavam o quintal. Nem sabia da existência da tal caixa de areia. Quem falou desta utensílio felino para mim foi uma pessoa que trabalhava comigo que, por sinal, nos deu uma caixa plástica de presente para o Fredinho, estrategicamente colocada no banheiro.

Frederico tinha ainda um pequeno machucado ena parte dianteira de uma das patas, a qual e comecei a tratar para cicatrizar com as orientações de um veterinário. Mas, a ferida só crescia. Lembro que um dia eu tirei o curativo (eu estava enfaixando a pata dele) e comecei a chorar. Liguei desesperada para minha mãe dizendo que o gato iria morrer, pois a pata só piorava. Minha mãe me indicou a veterinária na qual ela levava os pets de casa, que finalmente me falou como  fazer e para não enfaixar. Um susto e as lágrimas ficaram para 
trás, felizmente. 

As fotos deste post são de agosto de 2010. Menos de 2 meses dessa riqueza em minha vida. Escrever está me ajudando a encontrar imagens que nem eu sabia que tinha dele, como esta no primeiro sofá que ele ajudou a destruir com suas afiadas unhas. Contei muito com a ajuda de uma prima, que cuidava dele quando eu precisava viajar e picava frango em pedaços miúdos para eu dar para ele (um dos caminhos para ele ficar gordinho, mas que hoje eu não faria de novo, pois o vet falou que sobrecarrega o rim pelo excesso de proteínas). 

Frederico no varal de teto: dando susto na mãe
 



Brincando!
  
Frederico no primeiro sofá que ele ajudou a destruir 

     

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