sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Indisposição e Cansaço? Isso pode ser consequência da má alimentação

Sentir aquele cansaço depois do almoço ou ter dificuldade para levantar pela manhã não tem nada demais, não é mesmo? A nutricionista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Silvia Ribeiro Messalem, alerta para a alta frequência desses sintomas: quando a indisposição e o cansaço são constantes e afetam a rotina, é o momento de procurar um médico. 

“Falta de vitaminas e minerais de manutenção do corpo, queda na produção de hormônios, atuação contra o estresse oxidativo (produção aumentada de radicais livres) e deficiência na produção dos anticorpos são alguns problemas que podem se manifestar em longo prazo”, ressalta a especialista.

Aveia é fonte de nutrientes
Para recarregar as energias e manter a saúde em dia, Silvia indica o consumo de alimentos fontes de vitaminas do complexo B, como: castanhas, aveia, arroz integral, fígado, leite e carne. O magnésio também é um excelente aliado no combate ao cansaço.

“Assim como o complexo B, o magnésio auxilia na regulação e produção de energia, além de manter a saúde do sistema nervoso e do intestino em dia”, esclarece. Entre os alimentos ricos no mineral estão sementes de abóbora e girassol, caju, espinafre, beterraba, iogurte, abacate, ameixa, banana e cereais em grãos.



Silvia reforça que, para o bom funcionamento do corpo, é preciso consumir alimentos de todas as fontes alimentares e manter uma hidratação adequada.

Assim, o cansaço em excesso não vai mais fazer parte da sua rotina. “O mais importante de manter a alimentação balanceada é garantir uma vida saudável, com mais disposição e minimizando o risco de doenças infecciosas”, complementa.

Eu preciso cuidar mais da minha alimentação, principalmente nas fontes de magnésio, pelo menos comer uma delas por dia. E vocês?


Risoto de Gorgonzola com Alho-poró



Rápida e fácil de preparar, a receita une o sabor marcante do queijo tipo Gorgonzola, desenvolvida pela marca Tirolez. com o toque suave do alho-poró e a cremosidade do risoto. Essa combinação de ingredientes traz um ar de sofisticação ao prato, que harmoniza muito bem com um vinho branco seco e leve, como um Chardonnay à temperatura de 15º.

Ingredientes
- ½ embalagem de Manteiga sem Sal Tirolez (100 g)
- 1 alho-poró grande em fatias (250 g)
- 1 cebola média picada (150 g)
- 1 dente de alho picado (5 g)
- 5 xícaras (chá) de caldo de legumes (1 L)
- 1½ xícara (chá) de arroz tipo carnaroli (225 g)
- 1 colher (chá) de sal (4 g)
- 50g de Queijo Tipo Gorgonzola Tirolez picado
- 10 tomates cereja cortados ao meio (150 g)
- ½ xícara (chá) de Queijo Parmesão Tirolez ralado (55 g)

Modo de Preparo
- Em uma panela média, aqueça 1 colher (sopa) de manteiga e refogue o alho-poró, retire e reserve. Na mesma panela, aqueça 1 colher (sopa) de manteiga e refogue a cebola e o alho. Adicione o arroz e refogue-o até que fique bem quente.

- Acrescente 3 xícaras (chá) de caldo de legumes e o sal e cozinhe em fogo baixo por cerca de 10 minutos, mexendo constantemente. Vá acrescentando caldo aos poucos, conforme necessário, de modo que o arroz fique sempre coberto por caldo, mas sem excesso. Cozinhe, mexendo a cada 2 minutos, por mais dez minutos, ou até que os grãos estejam al dente (cozidos por fora, mas com o miolo levemente resistente) e a mistura, cremosa, mas não muito líquida.

- Apague o fogo e adicione o alho-poró, o restante da manteiga e o queijo gorgonzola, mexendo tudo até que o queijo e a manteiga estejam totalmente dissolvidos. Se necessário, ajuste o sal. Sirva decorando com os tomates e com um pouco do parmesão ralado polvilhado por cima.

Você também pode assistir o vídeo: http://www.tirolez.com/escola-do-queijo?p=2

Tempo de preparo: 30 minutos
Rendimento: 4 a 6 porções

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Saúde da mulher: Causas e riscos do aborto de repetição

O sonho da maternidade pode ser um pouco mais desafiador para algumas mulheres. Pesquisas indicam que de 15% a 20% das gestações não evoluem, ou seja, terminam em abortos nos primeiros três meses de gravidez. Apesar de, na maioria das vezes, a interrupção da gravidez ser tratada com um fato natural, para alguns casais o quadro torna-se rotineiro, gerando o aborto de repetição




De acordo com Renato de Oliveira, ginecologista responsável pela área de reprodução humana da Criogênesis, dos casais em idade fértil, 2% a 5% sofrem abortos de repetição, que se caracterizam pela perda recorrente da gestação antes de 20 semanas. “Um quadro de abortamento espontâneo é caracterizado quando ocorre uma perda gestacional de forma espontânea até a 20ª a 22ª semana de gravidez ou quando ocorre a perda de um feto com peso menor do que 500 gramas. Já abortos de repetição são casos em que ocorreram três abortos consecutivos ou, para alguns pesquisadores, quando houve duas ou mais perdas gestacionais logo no início da gravidez, antes da 22ª semana”.

O especialista ainda ressalta que os abortos ocorrem devido a seis fatores básicos, atuando isolados ou em conjunto. Dentre as alterações estão:

Genéticas: A maior parte dos abortos, cerca de 60%, é decorrente de alterações genéticas no embrião, pois eles devem possuir 46 cromossomos que permitem seu desenvolvimento normal. Muitas gestações acabam em abortamento, pois os embriões tem cromossomos a mais ou a menos. Além disso, o impacto da idade materna é grande. Dos 35 aos 39 anos, a probabilidade de se ter um aborto gira em torno de 25%. Já dos 40 aos 44 anos, é superior a 50%.

Vasculares (trombofilias): Doenças do sangue são causas comuns de abortamento, pois podem originar trombose de vasos placentários e impedir a correta chegada dos nutrientes maternos ao feto, o que comprometeria o seu desenvolvimento.

Endócrinas e infecciosas: Diabetes mellitus e distúrbios da tireoide (hipo e hipertireoidismo), quando não tratados, podem ser causadores de abortamento. Algumas infecções, na fase inicial da gravidez, também podem levar à ocorrência de aborto. Por isso, é muito importante realizar avaliação médica ginecológica de rotina.

Anatômicas: Algumas alterações da anatomia do útero (adquiridas ou congênitas), podem ser causas de abortamento. Quanto aos miomas, eles podem interferir e causar aborto principalmente se forem maiores que 4 cm ou se comprometerem a cavidade endometrial.



Imunológicas: Refere-se à reação imunológica contra algo que o nosso organismo não reconhece. Enquanto numa gravidez normal o feto é protegido pelo organismo feminino, em algumas mulheres seu sistema imunológico não reconhece a gravidez e passa a se defender do feto por considerá-lo um corpo estranho, devendo, portanto, ser eliminado.

Hábitos e estilo de vida: Tabagismo, consumo excessivo de álcool e o uso de drogas aumentam o risco de abortamento. Mulheres acima do peso ideal também tem maiores chances de abortarem e terem complicações durante a gestação.

“É importante lembrar que, mesmo após 3 abortos consecutivos, a mulher ainda tem 70% de chance de ter uma gestação tranquila. No entanto, além dos problemas físicos enfrentados pela mulher, é difícil ter a aceitação psicológica. Assim, antes de fazer novas tentativas, é preciso buscar ajuda especializada e identificar as causas”, finaliza Dr. Renato.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...