segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Alana Rox lança livro DIÁRIO DE UMA VEGANA, pela editora Globo Estilo

Alana Rox, filha de uma gaúcha e de um carioca, nascida e criada em Santa Catarina, parece já ter nascido vegetariana. Rejeitava qualquer alimento de origem animal, para o sofrimento dos pais desde criança. Ninguém imaginava que a atitude instintiva da infância era apenas a semente da revolução que Alana faria em sua própria vida, que levou ao desejo de compartilhar sua experiência com outras pessoas. 



Por isso, as histórias de Alana são contadas, agora, no livro Diário de uma vegana, lançamento da editora Globo Estilo. Sucesso no Instagram com o perfil The Veggie Voice, com 100 mil seguidores, Alana selecionou sugestões para o livro e organizou as dicas com capricho para o leitor. Além das receitas serem veganas, sem nenhum alimento de origem animal, são também livres de glúten.

Nhoque de batata doce
O livro não é voltado apenas para veganos, mas também para quem quer experimentar o estilo de vida vegano ou simplesmente se alimentar de maneira mais saudável. Ele traz uma sugestão de cardápio para uma semana e os Top Hits, que são receitas especiais e preferidas da autora. 

Diário de uma vegana traz o passo a passo de receitas originais, como estrogonofe de shiitake, queijo de castanhas e tofu, torta de grão de bico com recheio de guacamole, quiche proteica com homus de abóbora, feijoadinha, farofa de couve-flor, entre outras. Sobremesas saborosas não faltam à mesa de Alana, que criou até um bolo de chocolate vegano com calda, um pudim de caramelo e uma musse de creme de avelã. 

torta de grão de bico com recheio de guacamole
Alana está estreando também como apresentadora do programa homônimo nas plataformas digitais do GNT. Além de dar dicas de como viver em São Paulo sem consumir derivados de animais, ela desmistifica o lifestyle vegano, ensinando receitas práticas e saudáveis de alimentos doces e salgados e também de produtos de beleza caseiros, como batom e hidratante. 

Título: Diário de uma vegana
Autor: Alana Rox
Gênero: Culinária
Páginas: 176
Formato: 24.5cm x 18.9cm
ISBN: 9788525062727
Preço: R$ 49,00
Editora: Globo Estilo






domingo, 9 de outubro de 2016

Como lidar com a deficiência de vitamina D?

A deficiência de vitamina D sempre teve maior relação com debates sobre a saúde óssea, mas esta falta também afeta a performance muscular.  De acordo com o nutricionista, Hugo Comparotto, “considerando a saúde musculoesquelética de idosos, este tema vem ganhando grande destaque na ciência desde meados dos anos 2.000, mostrando melhora no funcionamento neuromuscular, resultando em melhor tempo de reação, equilíbrio e força muscular, quando se tem níveis mais adequados de vitamina D. A maioria dos estudos, tanto com idosos e praticantes de atividade física ou atletas, mostram esta relação positiva entre a vitamina D e o aumento de força muscular, o que podemos extrapolar para hipertrofia, já que o processo de ganho de força, com treino individualizado e direcionado, pode levar ao aumento de massa muscular ou hipertrofia”, diz o nutricionista.

A vitamina D contribui com o aumento a força muscular 

A contribuição da Vitamina D para o aumento da força muscular

Nós temos receptores da vitamina D em quase todos os tecidos do nosso corpo, incluindo o músculo esquelético. Comparotto explica que “a contribuição da Vitamina D no processo hipertrófico está relacionada ao aumento da força muscular, redução de dores musculares, tempo de recuperação, auxílio no bom equilíbrio hormonal e participação no processo de produção de hormônios relacionados a síntese proteica, ou seja, hormônios anabólicos como a testosterona, podendo resultar na melhora da performance e hipertrofia muscular. Constatamos isso principalmente na população idosa, onde observa-se uma melhora na função neuromuscular com a suplementação de Vitamina D, prevenindo a perda de força e massa muscular e, assim, reduzindo os riscos de quedas ou fraturas”.

Atletas ou praticantes de atividade com risco de deficiência de vitamina D incluem aqueles que:
  • Têm baixa exposição ao sol no ambiente de treinamento. Por exemplo, treino no início da manhã e final da tarde ou treino em ambiente fechado
  • Têm pigmentação da pele escura
  • Vestuário que cobre a maior parte ou a totalidade do seu corpo
  • Possuem deficiência física como, por exemplo, membros menores ou amputados
  • Têm má absorção gastrointestinal, por exemplo, doença celíaca ou má absorção de gordura
  • Têm história familiar de lesão óssea / distúrbios ou deficiência de vitamina D

O cotidiano das pessoas na atualidade impõe rotina acelerada, onde a vida é monitorada via ritmo do relógio, e esta realidade impede cada vez mais a exposição solar. Para produzir adequadamente vitamina D, é necessário tomar sol durante pelo menos 15 minutos para peles claras e de 45 minutos a 1 hora para peles escuras, nunca nos horários de maior incidência dos raios solares. Bebês e idosos também precisam tomar banho de sol diariamente para prevenir deficiências de vitamina D. Deve-se ter especial atenção com os idosos, pois eles precisam de pelo menos 20 minutos ao sol para produzir quantidades adequadas dessa vitamina”, orienta Comparotto.

Tome sol diariamente e nos horários certos

Suplementação com orientação médica

De acordo com Hugo, “para prevenção da deficiência de vitamina D em pessoas saudáveis as recomendações sugerem uma ingestão de vitamina D de 200 UI/dia para crianças e adultos de até 50 anos de idade, 400 UI/dia para adultos de 51 a 70 anos de idade e 600 UI para adultos de 71 anos ou mais, níveis que podem ser atingidos via alimentação. 

No entanto, alguns estudos sugerem também que esta recomendação é baixa e consideram que crianças e adultos sem exposição solar adequada, consumam entre 800 a 1000 UI/dia para atingir níveis adequados de vitamina D, o que  dificultaria a ingestão via dieta, mesmo que alguns alimentos hoje em dia são enriquecidos com vitamina D. Acho pouco provável também que a maioria das pessoas consiga tratar deficiências de vitamina D via alimentação, sendo que as maiores fontes naturais são alimentos de origem marinha incluindo salmão, sardinha, cavala, atum, óleo de fígado de bacalhau e cogumelos shitake, que não são consumidos com grande frequência no hábito alimentar do brasileiro”. 

Considerando esses fatores, Hugo destaca que “para tratar deficiências e até mesmo em idades mais avançadas, acredito ser necessária a suplementação, sempre priorizando a avaliação clínica prévia para a prescrição individualizada, considerando peculiaridades de cada pessoa”.

Sol na medida certa + suplementação

Quando deve começar os cuidados com a saúde ocular da criança?

Os cuidados com a saúde ocular da criança começam ainda durante a gravidez, porque algumas doenças infecciosas, como a sífilis, rubéola e toxoplasmose, podem prejudicar a formação de diferentes partes do olho. É fundamental que as mulheres tenham acompanhamento durante todo o pré-natal, com a realização dos exames e a alimentação adequada. 


Vale destacar que é uma preocupação da Organização Mundial de Saúde (OMS), o estabelecimento de programas de prevenção da cegueira, incluindo a cegueira infantil. A realização desse objetivo depende da identificação e do tratamento precoces de alterações oculares ainda na infância”, ressalta Dr. Bruno Machado Fontes (CRM RJ 52 71095-4), presidente do XIV Congresso de Catarata e Cirurgia Refrativa, Doutorado pela Universidade Federal de São Paulo e com Fellowship em Córnea, Doenças Externas Oculares e Cirurgia Refrativa pela Feinberg School of Medicine, Northwestern University (Chicago, USA).

Teste do olhinho

Assim que nasce, os médicos devem realizar no bebê o “teste do olhinho”, por meio de um aparelho que emite uma luz vermelha, o oftalmoscópio. Quando os olhos estão saudáveis, a retina atingida por essa luz reflete tons de vermelho ou laranja, de forma igual nos dois olhos. Os olhos não podem apresentar coloração de reflexo fora do padrão, opacidades ou pontos brancos. Este teste permite diagnosticar doenças, como a catarata congênita, retinoblastoma, infecções, glaucoma, traumas de parto e a cegueira.

A oftalmologista Adriana dos Santos Forseto (CRM-SP 75264), doutora em Oftalmologia pela UNIFESP e Diretora Médica do Banco de Olhos de Sorocaba, lembra que após o teste inicial do berçário, a criança deve ser examinada por um oftalmologista por volta dos 6 meses de idade, a fim de se avaliar, além das doenças citadas acima, se existe algum grau a ser corrigido, estrabismo, ou problemas da retina, caso os pais e responsáveis não tenham notado alguma anomalia antes.

Exame de vista a partir dos 6 meses

A visão se forma na infância

A consulta semestral deve ser mantida durante os dois primeiros anos de vida e a partir daí anualmente, para que um problema não passe desapercebido. “Uma criança já pode ter diferença significativa de grau de um olho para outro, por exemplo. Torna-se importante a prescrição de correção óptica nestes casos, estimulando o desenvolvimento da visão no olho com acuidade visual mais baixa”, destaca Dra. Forseto.

Dr. Fontes observa ainda que “a visão é um sentido multifatorial, que se forma até os 5 - 7 anos de idade, quando o desenvolvimento visual passa a ser igual ao do adulto. A visão depende não só do olho para a captação, mas tem ainda os nervos ópticos e as vias de transmissão dos estímulos ambientais e o processador destes estímulos que fica no cérebro, na região do lobo occipital”. 

O olho humano é formado por um conjunto complexo de elementos, sendo que o cérebro tem uma função fundamental na visão. Quando os olhos não apresentam a mesma capacidade de apreender os estímulos visuais, desde a mais tenra idade, começam a ocorrer problemas na percepção de luz, dimensões, distância e cor, por exemplo. Um olho pode tentar corrigir a falha do outro e gerar ainda mais problemas de saúde ocular. Ou seja, o diagnóstico precoce de doenças oculares na infância permite oferecer tratamento numa fase crucial no desenvolvimento visual da pessoa.

Exame ocular na escola
O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) tem um programa de triagem de problemas refrativos, promovendo a capacitação de professores, ensinando-os a realizar os exames básicos para diagnóstico de miopia, hipermetropia e astigmatismo. 

Os pais e responsáveis devem prestar atenção quando a criança costuma coçar muito os olhos. O ato de coçar afeta a pressão ocular, pode ser sinal de alergia, indicar problemas de lubrificação do globo ocular, excesso de sensibilidade à luz ou alguma dificuldade de acuidade visual. Além de afetar os olhos, o ato de coçar faz com que as mãos transportem vírus e bactérias para o sistema ocular.

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